A Secretaria de Saúde do Distrito Federal promoveu um encontro intersetorial sobre o programa Bolsa Família, destacando que 82,85% dos beneficiários cumpriram as condicionalidades em saúde, superando a média nacional. A articulação entre Saúde, Educação e Assistência Social visa reduzir a mortalidade infantil e a evasão escolar, com ações integradas para garantir o acompanhamento das famílias.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) promoveu, no dia 18 de agosto, um encontro intersetorial sobre as condicionalidades do programa Bolsa Família. O evento reuniu profissionais das áreas de Saúde, Educação e Assistência Social que atuam em diversas regiões, como Asa Norte e Lago Sul. O objetivo foi discutir a importância da colaboração entre as pastas para garantir que as famílias beneficiárias cumpram as obrigações necessárias para a manutenção do benefício.
A psicóloga Cristiane Silva, da Gerência de Atenção à Saúde de Populações em Situação Vulnerável e Programas Especiais, destacou que as equipes de saúde monitoram aspectos essenciais, como o pré-natal das gestantes e a atualização das vacinas das crianças. Ela enfatizou que a união das ações das três áreas tem contribuído para a redução da mortalidade infantil e materna, além de melhorar o estado nutricional das crianças.
Os beneficiários que não atendem às condicionalidades podem enfrentar sanções, incluindo o bloqueio ou a suspensão do benefício. A coordenadora de Transferência de Renda e Benefícios da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF, Thaís Mandarino de Albuquerque, ressaltou a importância da articulação entre os servidores para garantir que as famílias cumpram suas obrigações nas áreas de saúde e educação.
Edcarlos Gomes de Oliveira, agente de saúde da Unidade Básica de Saúde 1 da Asa Sul, reforçou a necessidade de integração entre os profissionais. Ele mencionou que a busca ativa dos beneficiários, por meio de mensagens e visitas domiciliares, é fundamental para o sucesso do programa. Essa troca de experiências é vital para o desenvolvimento de estratégias conjuntas.
Entre janeiro e junho de 2025, o Distrito Federal registrou que 82,85% dos beneficiários do Bolsa Família cumpriram as condicionalidades em saúde, superando a média nacional de 80,3%. O coordenador municipal do sistema Presença, Odair de Amorim Lima, atribuiu essa melhora ao trabalho colaborativo entre as secretarias, que facilita a identificação de alunos e pacientes que necessitam de acompanhamento.
Essa iniciativa demonstra como a união de esforços pode gerar resultados positivos em áreas críticas como saúde e educação. Projetos que visam apoiar essas famílias devem ser incentivados pela sociedade civil, pois podem fazer a diferença na vida de muitos que dependem do Bolsa Família para garantir seu sustento e bem-estar.

Cerca de setecentos profissionais do audiovisual, incluindo cineastas renomados, assinam manifesto pedindo regulamentação do streaming no Brasil, com alíquota mínima de 12% e cota de 20% para produções nacionais.

A Who Gives A Crap, empresa australiana de papel higiênico ecológico, diversificou sua linha com sacos de lixo compostáveis e viu sua receita no Reino Unido crescer para £ 38,7 milhões em 2023. A marca doa 50% dos lucros para projetos de água potável.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Waldez Góes lançaram o Defesa Civil Alerta, que começará a operar em junho, enviando alertas gratuitos para 36 municípios do Nordeste. A tecnologia garante avisos mesmo em modo silencioso, visando aumentar a segurança em áreas de risco.

O Quilombo São José da Serra, em Valença, participa da exposição "Bonecas que contam histórias" no Catete, celebrando uma década de titularidade e promovendo sua cultura por meio de artesanato. Luciene Valença, artesã e secretária da associação, destaca a importância da visibilidade e a conexão com a história de resistência do quilombo, que existe há mais de 150 anos.

Menina de 12 anos grávida de oito meses faleceu durante parto em Belo Horizonte, revelando a grave realidade da gravidez na adolescência e a falta de suporte no Brasil. A cada hora, 44 adolescentes dão à luz, sendo cinco com menos de 15 anos. A maioria das gestações resulta de violência sexual, mas apenas 4% conseguem acesso ao aborto legal. A gravidez precoce impacta a saúde e a educação, com 60% das mães adolescentes fora da escola ou do mercado de trabalho.

Carros autônomos e inovações como eVTOLs não resolvem os problemas de mobilidade urbana, desviando atenção de soluções estruturais necessárias, como transporte público de qualidade e cidades justas.