Profissionais da comunicação se encontram em Paraisópolis para a terceira edição do Favela Cria, abordando inovação e mídia comunitária. O evento inclui workshops e apresentação musical de Crioleza, promovendo impacto social.

Profissionais da comunicação se encontram nesta quinta-feira, 26 de outubro, em Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, para a terceira edição do Favela Cria — A Favela Criando Inovação. O evento, que ocorre no Pavilhão Social do G10 Favelas, é promovido pelo Cria Brasil, um grupo de comunicação focado em impacto social nas favelas. A entrada é gratuita, com a condição de doação de um quilo de alimento não perecível.
A programação inicia às 9h com um diálogo entre Joildo Santos, fundador do Grupo Cria Brasil, e os empresários Fabricio Penafiel e Fernando Costa, do Grupo Bem Bolado. O foco da conversa será sobre parcerias e a atuação empresarial nas favelas, um tema crucial para o desenvolvimento local.
Após essa discussão, os participantes poderão assistir a um painel sobre criatividade e inovação nas periferias, que abordará como as práticas locais podem gerar soluções e impacto econômico. Além disso, haverá um workshop de marketing com certificação, proporcionando aos participantes ferramentas valiosas para o mercado.
No período da tarde, uma roda de conversa destacará a importância dos veículos de comunicação comunitária na produção de conteúdo e no fortalecimento das identidades locais. Este espaço é fundamental para que as vozes das comunidades sejam ouvidas e respeitadas.
O evento culminará com um painel que discutirá a construção de narrativas culturais na era digital, enfatizando o papel das redes sociais na formação das identidades contemporâneas. A apresentação musical do artista Crioleza, programada para as 15h, encerrará a programação, trazendo um toque cultural ao evento.
Iniciativas como o Favela Cria são essenciais para fomentar a criatividade e a inovação nas comunidades. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para projetos que visam fortalecer a cultura e a economia local, promovendo um futuro mais justo e inclusivo para todos.

O Aeroporto de Brasília lançou um espaço multissensorial para passageiros neurodivergentes e ampliou o uso do cordão de girassol para identificação de deficiências invisíveis, promovendo inclusão e conforto.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou projeto que obriga o poder público a garantir leitos em UTIs privadas para idosos com 80 anos ou mais, se não houver vagas em hospitais públicos. A proposta, que avança na Câmara, visa incluir essa obrigação no Estatuto da Pessoa Idosa e ainda precisa passar por outras comissões antes de ser votada pelo Congresso.

O espetáculo "Macuco", de Victor Nóvoa, retrata a volta de Sebastião, um entregador, à sua vila de pescadores, evocando memórias e questões climáticas. A peça, em cartaz no Sesc Pinheiros, destaca a presença de Fafá de Belém na trilha sonora e a participação especial da atriz Cleide Queiroz.

A Companhia Mungunzá teve o prazo de desocupação do Teatro de Contêiner prorrogado em 60 dias pela gestão Ricardo Nunes, que também ofereceu um novo terreno e R$ 2,5 milhões em apoio. Após protestos e apoio de artistas, a prefeitura busca revitalizar a área com um projeto habitacional, enquanto a companhia se prepara para a mudança.

A empresa X lançou uma linha de produtos sustentáveis e anunciou um novo item inovador, que será mais eficiente e acessível, além de firmar parceria com ONGs para educação ambiental.

A 20ª edição da CinePO — Mostra de Cinema de Ouro Preto começa em 25 de outubro, com exibição gratuita de 144 filmes e homenagens a Marisa Orth e outros. O evento destaca a memória do audiovisual brasileiro.