O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) participou do Encontro Nacional de Gestores de Moda, promovendo a Rota da Moda e fortalecendo a economia criativa no Brasil. O evento, realizado em Brasília, reuniu gestores e especialistas para discutir políticas públicas e boas práticas no setor. A consultora Viviane Ribeiro destacou a importância da colaboração com o Sebrae para impulsionar a inclusão produtiva e a inovação nas comunidades atendidas.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) participou do Encontro Nacional de Gestores de Moda, realizado em Brasília no dia 23 de julho de 2025. O evento, promovido pelo Sebrae Nacional, teve como objetivo discutir formas de fortalecer os polos produtivos da moda em diversas regiões do Brasil. Durante o encontro, o MIDR apresentou as diretrizes da Rota da Moda, uma iniciativa que já abrange 27 municípios em quatro estados, visando impulsionar o setor por meio da inclusão produtiva e inovação local.
O evento reuniu gestores estaduais e especialistas do setor, promovendo a troca de experiências e boas práticas. O MIDR conduziu um painel sobre as políticas públicas voltadas à moda, dentro da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR). A consultora do MIDR, Viviane Ribeiro, destacou a importância do evento para a Rota da Moda, enfatizando a reaproximação com o Sebrae e a relevância do contato direto com gestores de todas as unidades federativas.
Durante o painel, foram discutidas a missão e a visão da Rota da Moda, além dos territórios prioritários e exemplos de boas práticas em polos produtivos. A iniciativa, criada em 2021, busca estruturar a cadeia produtiva em municípios do Ceará, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Goiás, promovendo inovação e inclusão produtiva nas comunidades atendidas.
O Encontro Nacional de Gestores de Moda é uma plataforma estratégica para articular políticas públicas e fortalecer a economia criativa no Brasil. O público-alvo inclui gestores do Sistema Sebrae, representantes de instituições parceiras e especialistas em moda, varejo e políticas públicas. O evento também abordou temas como internacionalização, inovação e moda autoral, ressaltando a importância do setor como gerador de emprego e renda.
A Rota da Moda tem como diretrizes o fomento à economia circular, o resgate de saberes ancestrais e a valorização das expressões contemporâneas da moda brasileira. A consultora Viviane Ribeiro concluiu que a participação no evento é fundamental para construir estratégias eficazes para o desenvolvimento da moda no país, reforçando a necessidade de colaboração entre os diversos atores do setor.
Iniciativas como a Rota da Moda demonstram como a união de esforços pode transformar realidades e fortalecer comunidades. Projetos que visam apoiar a moda e a economia criativa merecem ser incentivados pela sociedade civil, pois podem gerar impactos significativos nas vidas de muitos brasileiros.

Estudo prevê que, até 2054, o transporte público da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal atenderá quase um milhão de passageiros diários, com ampliação significativa da infraestrutura. O projeto inclui 295 quilômetros adicionais de transporte coletivo e um crescimento expressivo do BRT, visando melhorar a mobilidade urbana e a qualidade de vida da população.

O Senado aprovou a Política Nacional de Enfrentamento do HPV, que inclui vacinação, diagnósticos e tratamentos, visando reduzir a incidência da infecção e seus tipos cancerígenos. A proposta agora aguarda sanção do presidente Lula.

Luciana Correia Vuyk, aos 45 anos, tornou-se mãe de gêmeas por meio da ovodoação, superando a infertilidade e agora promove campanhas sobre doação de gametas e maternidade. Ela busca desmistificar a ovodoação e apoiar outras tentantes.

No seminário Agroindústria Sustentável, a startup Muda Meu Mundo apresentou soluções para inclusão financeira de pequenos agricultores, enquanto o Banco do Nordeste destacou seu papel no microcrédito agrícola.

Durante a 15ª edição do Fórum Nacional, o Instituto Oncoguia revelou que 69% dos hospitais do SUS não têm protocolos clínicos adequados para o tratamento do câncer, destacando desigualdades alarmantes. O estudo, realizado entre setembro de 2023 e janeiro de 2024, analisou 95 hospitais e concluiu que nenhum oferece todas as terapias recomendadas. O manifesto lançado pede melhorias urgentes, como gestão de filas mais humana e acesso a diagnósticos e tratamentos em prazos adequados.
Investimento de R$ 2.072.888,23 moderniza sistemas de climatização em hospitais e laboratórios públicos, garantindo conforto e segurança. A ação reflete o compromisso com a qualidade assistencial e infraestrutura de saúde.