A Feira de Brechós Remoda acontece neste sábado (12/7) na Praça da Estação do Metrô de Ceilândia Centro, com mais de 60 expositores e atividades culturais gratuitas. O evento promove moda circular e sustentabilidade, incluindo desfiles, oficinas e um pocket show.

A Praça da Estação do Metrô de Ceilândia Centro será o palco da Feira de Brechós Remoda neste sábado, 12 de julho. O evento, que é gratuito, contará com a participação de mais de sessenta expositores e terá peças a partir de R$ 5,00. A iniciativa visa promover a moda circular e a sustentabilidade, transformando o espaço em um vibrante festival de moda e arte urbana.
O Remoda não se limita a uma simples feira de roupas e acessórios. O evento busca incentivar o consumo consciente e valorizar o trabalho artesanal. A programação inclui desfiles de moda autoral, um concurso de moda sustentável voltado para estudantes de escolas públicas e privadas, além de oficinas de customização lideradas pela produtora cultural Jane Alves.
Durante todo o dia, os visitantes poderão participar de rodas de conversa, incluindo um bate-papo com a idealizadora do evento, Rafaela Fernandes. A trilha sonora ficará por conta dos DJs Fellet, Ocimar e Tânia, que animarão o ambiente. O evento culminará com um pocket show dos artistas Rivas e Ravel, prometendo encerrar a programação com chave de ouro.
Um dos destaques será o desfile colaborativo, que contará com a assinatura de Rafaela e da designer Rosangela Moreira Buerger. O grafiteiro Rivas, uma referência na cena cultural do Distrito Federal, fará uma intervenção artística ao vivo, enriquecendo ainda mais a experiência do público.
Mais do que uma feira, o Remoda se estabelece como um festival cultural inclusivo, que conecta moda, arte, sustentabilidade e gastronomia em um espaço democrático. A iniciativa conta com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), reforçando a importância de eventos que promovem a cultura e a conscientização ambiental.
Eventos como o Remoda são fundamentais para estimular a sociedade civil a apoiar iniciativas que promovem a moda sustentável e o consumo consciente. A união da comunidade pode fazer a diferença, incentivando projetos que valorizam a cultura e a sustentabilidade em nosso cotidiano.

Em julho de 2015, a Lei Brasileira de Inclusão foi sancionada, marcando um avanço significativo nos direitos das pessoas com deficiência no Brasil. O senador Romário Faria, relator da lei, destacou a importância da inclusão e o compromisso com sua implementação. Apesar dos avanços, desafios persistem, como a falta de acessibilidade e preconceito, tornando a LBI um ponto de partida para a luta por dignidade e igualdade.

Cinquenta e sete meninas entre 10 e 14 anos se tornam mães diariamente no Brasil, evidenciando a gravidade da gravidez infantil, especialmente em áreas isoladas e entre populações indígenas. O estudo do Instituto AzMina revela a falta de informação e acesso a políticas públicas, destacando a naturalização da maternidade infantil e a necessidade urgente de intervenções eficazes.

Recém-nascida abandonada em Belford Roxo será acolhida em abrigo após alta médica. Justiça determina cuidados e relatório do Conselho Tutelar em cinco dias.

Surge o Glucopatch, um dispositivo vestível e não invasivo para monitorar glicose, desenvolvido por Marcelo Grasti e equipe, com custo estimado de R$ 250, visando facilitar o controle do diabetes tipo 2 no Brasil.

O Solar da Marquesa de Santos, agora Museu da Cidade de São Paulo, foi restaurado e revela a história da capital paulista, além de lendas urbanas sobre sua moradora, a Marquesa de Santos. A visitação é gratuita.

Ministério Público questiona prefeito Ricardo Nunes sobre uso de força pela Guarda Civil Metropolitana contra artistas do Teatro de Contêiner Mungunzá em São Paulo. A operação resultou em agressões e uso de gás de pimenta.