Papa Francisco lançou o livro "A esperança nunca decepciona", refletindo sobre esperança em meio a crises sociais e ambientais. A obra convida à solidariedade e ação diante de desafios globais.

Em abril deste ano, o Papa Francisco lançou o livro A esperança nunca decepciona, que agora está disponível nas livrarias brasileiras pela Editora Planeta. A obra reflete sobre a esperança, tema central do Ano Jubilar, e convida os leitores a se tornarem peregrinos dessa virtude. Com uma linguagem acessível, o pontífice aborda tópicos como família, educação, questões sociais, políticas e econômicas, além de migrações, crise climática e paz.
O livro não se limita a uma preparação espiritual, mas é um chamado à ação diante de desafios globais, como guerras, pobreza e desastres naturais. Francisco enfatiza a importância da solidariedade e da esperança como ferramentas para enfrentar essas adversidades. Ele destaca que a esperança "não decepciona" e menciona grupos vulneráveis, como jovens, migrantes e pessoas em situação de privação.
O Papa escreve: “Em todas as pessoas que, longe de serem estatísticas, são para nós rostos reais nos quais irradia a esperança. Foram eles que me inspiraram neste livro.” Essa citação reflete a intenção do pontífice de humanizar as questões sociais, lembrando que cada indivíduo tem uma história e um papel na construção de um futuro melhor.
O legado de Francisco, o primeiro líder latino-americano da Igreja Católica, é reforçado ao longo das páginas, onde ele reafirma os posicionamentos que defendeu durante seus doze anos de papado. O livro é uma oportunidade para que os leitores reflitam sobre suas próprias ações e o impacto que podem ter na sociedade.
Além de ser uma obra literária, A esperança nunca decepciona serve como um convite à mobilização social. O Papa Francisco instiga a não se deixar levar pela passividade, mas a agir com compaixão e solidariedade. Essa mensagem é especialmente relevante em tempos de crise, onde a união e o apoio mútuo são fundamentais.
Nessa perspectiva, a sociedade civil pode se unir para apoiar iniciativas que promovam a igualdade e ajudem os menos favorecidos. Projetos que visam a assistência a migrantes, a proteção do meio ambiente e a promoção da paz merecem ser estimulados e apoiados por todos nós.

Kyem Ferreiro, ativista trans negro, superou desafios na infância e se destacou em São Paulo, coordenando o IBRAT e co-idealizando a Marcha Transmasculina, que mobilizou milhares em prol dos direitos trans.
A partir de agosto, pacientes do SUS poderão ser atendidos em hospitais de planos de saúde, com dívidas convertidas em serviços, visando reduzir filas em especialidades prioritárias. A medida, parte do programa Agora Tem Especialistas, prevê a utilização de R$ 750 milhões em consultas e cirurgias, com acesso regulado pelo SUS.

Durante a Rio Innovation Week, Leandro Karnal e Marcelo Gleiser debateram a resistência à divulgação científica e o crescimento do negacionismo, ressaltando a necessidade de cientistas se comunicarem com o público. Ambos destacaram que o preconceito contra acadêmicos que falam com leigos contribui para a ascensão de ideias negacionistas. Karnal enfatizou que opiniões não são equivalentes e que a ciência deve ocupar espaços de diálogo, enquanto Gleiser defendeu a importância de divulgadores científicos na sociedade.

O programa 'Profissão Repórter' destaca a luta de mães solo por pensão alimentícia, revelando que uma cena da novela 'Vale Tudo' gerou mais de 270 mil acessos ao aplicativo da Defensoria Pública do Rio.

Ana Maria Gonçalves faz história ao ser eleita a primeira mulher negra da Academia Brasileira de Letras, destacando-se com seu livro "Um Defeito de Cor" e abrindo portas para maior diversidade literária.

Levantamento do Ieps revela que 37% dos projetos de saúde de 2024 no Congresso Nacional contradizem normas do SUS, gerando insegurança jurídica e riscos à eficácia das políticas de saúde.