Ibama lança Painel da Ouvidoria, que disponibiliza dados atualizados sobre manifestações da população, promovendo maior transparência e acesso à informação. A ferramenta permite filtrar pedidos e atendimentos em tempo real.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) lançou, em maio de dois mil e vinte e cinco, o Painel da Ouvidoria, uma ferramenta que disponibiliza dados atualizados sobre as manifestações da população. O painel, acessível pela Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação (Fala.BR), permite que os cidadãos consultem informações sobre pedidos e atendimentos realizados pela autarquia, promovendo maior transparência nas ações do órgão.
Com o novo sistema, o Ibama informa que, no ano anterior, foram registrados dois mil cento e sessenta e três pedidos de acesso à informação e dezessete mil oitocentas e oitenta e seis manifestações. O painel é atualizado diariamente e oferece um panorama detalhado das demandas, que incluem denúncias, elogios, reclamações, sugestões e solicitações.
A ouvidora do Ibama, Fernanda da Silveira Campos, destacou que o painel é dividido em três abas: Informações sobre as manifestações de ouvidoria, Pedidos de acesso à informação e Atendimentos realizados pela Central de Atendimento. Os usuários podem filtrar os dados por período, principais assuntos e áreas mais demandadas, facilitando a consulta às informações.
O painel também permite verificar o quantitativo de manifestações respondidas, em tratamento e vencidas. Em relação à Lei de Acesso à Informação (LAI), é possível extrair dados sobre recursos, omissões e o tempo médio de resposta. Fernanda enfatizou que essa ferramenta é fundamental para ampliar a transparência institucional e fortalecer o controle social sobre a atuação do poder público.
Antes do lançamento do Painel da Ouvidoria, as informações eram disponibilizadas apenas em relatórios anuais, o que limitava o acesso e a compreensão por parte da população. Agora, com a nova ferramenta, o Ibama busca proporcionar uma visão atualizada e acessível dos dados gerados a partir das manifestações dos cidadãos.
Iniciativas como essa são essenciais para promover a participação social e a transparência na gestão pública. A união da sociedade pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visem a melhoria contínua dos serviços públicos e a proteção do meio ambiente, contribuindo para um futuro mais sustentável e justo.

O deputado distrital Fábio Félix (PSOL) alertou sobre a alta discriminação por orientação sexual nas escolas e pediu políticas públicas eficazes para combater a LGBTfobia. Dados mostram que 32,4% dos alunos enfrentam discriminação.

Em 2024, o Distrito Federal registrou um aumento de 156% nas notificações de Doenças e Agravos Relacionados ao Trabalho (Darts), totalizando quase 13 mil casos. A Secretaria de Saúde (SES-DF) implementou novas estratégias, como a capacitação de profissionais e a criação de dois novos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerests), visando melhorar a vigilância e a saúde dos trabalhadores. Apesar do avanço, a subnotificação ainda é um desafio, com apenas 66,78% dos dados preenchidos. A meta para 2025 é alcançar 90%.

Apenas 29,3% dos detentos no Brasil participam de projetos de trabalho, mas Gabrielli Teixeira de Sá, ex-detenta, se destacou como gerente de loja após o Projeto Reeducandos, que visa a reinserção social.

O Mês do Hip Hop em Santo André traz uma programação diversificada, com eventos que incluem batalhas poéticas, conferências e festivais, promovendo a cultura urbana e a inclusão social. A iniciativa, organizada pela Secretaria de Cultura, destaca o protagonismo feminino e oferece atividades gratuitas, reafirmando o compromisso da cidade com a arte e a diversidade.

A Câmara dos Deputados aprovou urgência para o Projeto de Lei 2628/22, que visa proteger crianças e adolescentes online, mas enfrenta críticas da oposição, que teme censura. A proposta, impulsionada por denúncias de exploração infantil, prevê medidas rigorosas para plataformas digitais e multas significativas por infrações.

Pesquisadores da UFCSPA, em colaboração com a USP e a UnB, analisam as intervenções em saúde mental após as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, revelando a falta de preparo das equipes e a necessidade de cuidados contínuos.