Estão abertas as inscrições para o Vestibular 2026 da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, com prazos até 22 de setembro de 2025 e bolsas de estudo de até 100% disponíveis. Os cursos abrangem diversas áreas da saúde e as provas ocorrerão em outubro.

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) anunciou a abertura das inscrições para o Vestibular 2026. Os candidatos poderão se inscrever até o dia 22 de setembro de 2025, com a oferta de vagas para treze cursos na área da saúde, reconhecidos pela qualidade do ensino. Além disso, a instituição disponibiliza bolsas de estudo de cinquenta por cento e cem por cento, com base em critérios socioeconômicos.
Os cursos oferecidos incluem Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Tecnologia em Radiologia e Tecnologia em Sistemas Biomédicos. A infraestrutura da faculdade é voltada para a saúde, com um corpo docente altamente qualificado e ênfase em atividades práticas, especialmente pela proximidade com o Hospital da Santa Casa de São Paulo.
As provas do processo seletivo, que será realizado pela Vunesp, ocorrerão nos dias 18 e 19 de outubro de 2025. No primeiro dia, os candidatos ao curso de Medicina farão a prova de conhecimentos gerais, enquanto no segundo dia, realizarão a prova de conhecimentos específicos e a redação. Para os demais cursos, a avaliação será no dia 19 de outubro.
As bolsas de estudo oferecidas pela FCMSCSP são filantrópicas e variam entre cinquenta e cem por cento. Para concorrer, os candidatos devem optar pela modalidade Bolsa Filantrópica no momento da inscrição e atender aos critérios socioeconômicos estabelecidos no edital. Um dos critérios para a bolsa integral é comprovar renda familiar per capita bruta de até um salário-mínimo e meio, enquanto para a bolsa parcial, o limite é de até três salários-mínimos.
Os interessados em concorrer a uma bolsa devem apresentar uma ficha socioeconômica e a documentação necessária. A iniciativa visa apoiar estudantes que enfrentam dificuldades financeiras, promovendo a inclusão e o acesso à educação de qualidade na área da saúde.
Em um cenário onde a educação é fundamental para o desenvolvimento social, iniciativas como a oferta de bolsas de estudo podem fazer a diferença na vida de muitos estudantes. A união da sociedade civil pode ser crucial para apoiar projetos que promovam a inclusão e o acesso à educação, beneficiando aqueles que mais precisam.

Instituto Unidown promove curso de alfabetização para jovens com síndrome de Down, visando melhorar a empregabilidade. O curso, iniciado em março, utiliza o jornal Joca e dinâmicas práticas para desenvolver habilidades de leitura e escrita. Vinícius de Miranda, um dos alunos, destaca a evolução no aprendizado e a meta de conseguir um emprego. A iniciativa surge em resposta à baixa taxa de alfabetização entre jovens com a síndrome, onde apenas 8,7% estão totalmente alfabetizados. O curso inclui atividades como rodas de notícias e simulações de entrevistas, buscando preparar os alunos para o mercado de trabalho.

A Unicamp propõe quatro novos cursos de graduação: língua inglesa, fisioterapia, direito e história, visando expandir sua oferta educacional. A universidade, com 69 cursos, é a que menos graduações oferece entre as estaduais de São Paulo.

O novo marco regulatório do MEC exige 50% do currículo de formação de professores presencial, gerando debates sobre a qualidade do ensino EAD, que já representa 87% das vagas em licenciaturas. Especialistas alertam para a necessidade de experiências práticas.

Professor Anderson Ribeiro, da rede estadual de São Paulo, utiliza paródias de funk e RAP para ensinar gramática, engajando alunos e melhorando seu desempenho. Ele planeja criar vídeos animados para compartilhar essa abordagem com outros educadores.

Neste sábado (20), a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) promoveu cursos de Letramento Racial e Protocolo Por Todas Elas, capacitando colaboradores de eventos em Brasília. A ação, parte das comemorações pelos 65 anos da cidade, visa criar um ambiente mais inclusivo e seguro, abordando questões de racismo e violência contra a mulher. Gisele Silva, participante do curso, ressaltou a importância do aprendizado para identificar e denunciar práticas discriminatórias. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, enfatizou o compromisso do governo com os direitos humanos e a igualdade.

O uso de aplicativos educacionais, como Aprimora Educacional e Árvore, se destaca na educação infantil, mas requer supervisão de pais e professores para garantir um aprendizado equilibrado e seguro.