MEC aprova curso de Medicina na Faculdade Sírio-Libanês, com 100 vagas anuais e mensalidade de R$ 12,4 mil; 10% das vagas serão para bolsas integrais. Primeira turma inicia em 2025.

O Ministério da Educação (MEC) anunciou a aprovação do curso de bacharelado em Medicina na Faculdade Sírio-Libanês. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União em 7 de abril de 2025 e permite a oferta de cem vagas anuais. As aulas ocorrerão no câmpus localizado na Rua Martiniano de Carvalho, na Bela Vista, em São Paulo. As inscrições para o curso começam ainda este mês, com dez por cento das vagas destinadas a bolsas de estudos integrais.
A mensalidade do curso será de R$ 12,4 mil, e a primeira turma está prevista para ingressar no segundo semestre de 2025. A presidente do Hospital Sírio-Libanês, Denise Jafet, expressou orgulho e confiança na formação de médicos que possam transformar desafios em oportunidades, destacando a nota máxima recebida do MEC e a qualificação do corpo docente.
A Faculdade Sírio-Libanês, criada em 2023, já oferece cursos nas áreas de Biomedicina, Psicologia, Enfermagem e Fisioterapia. O novo curso de Medicina terá uma grade curricular que combina teoria e prática desde o primeiro semestre, abordando temas como empreendedorismo, gestão, pesquisa, inovação, pensamento computacional, experiência do paciente e mindfulness.
Os alunos terão acesso à estrutura do Hospital Sírio-Libanês, reconhecido internacionalmente pela excelência médica, e participarão de atividades em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS). A formação incluirá experiências práticas no Hospital Regional Rota dos Bandeirantes, em Barueri, que é gerido pelo Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo.
Essa iniciativa do MEC representa um passo importante na formação de profissionais de saúde no Brasil, especialmente em um momento em que a educação enfrenta desafios significativos. A criação do curso de Medicina na Faculdade Sírio-Libanês pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino e da formação médica no país.
Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a formação de novos médicos é essencial para atender às demandas de saúde da população. A união em torno de iniciativas que promovam a educação e a saúde pode fazer a diferença na vida de muitos brasileiros.

O Brasil enfrenta um grave problema de analfabetismo funcional, com 27% da população trabalhadora nessa condição. O governo anunciou um investimento de R$ 4 bilhões para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), mas isso ainda é insuficiente.

Neste Dia Mundial da Educação, especialistas apontam avanços no acesso à educação no Brasil, mas também destacam desafios como desigualdades regionais e evasão escolar que persistem. A análise revela a necessidade de melhorias na qualidade do ensino e na formação de professores.

Sesi-SP lança o projeto Juventudes AntiMisoginia para combater a violência de gênero nas escolas, promovendo igualdade e conscientização entre estudantes. A iniciativa busca transformar a cultura machista.

Instituto Unidown promove curso de alfabetização para jovens com síndrome de Down, visando melhorar a empregabilidade. O curso, iniciado em março, utiliza o jornal Joca e dinâmicas práticas para desenvolver habilidades de leitura e escrita. Vinícius de Miranda, um dos alunos, destaca a evolução no aprendizado e a meta de conseguir um emprego. A iniciativa surge em resposta à baixa taxa de alfabetização entre jovens com a síndrome, onde apenas 8,7% estão totalmente alfabetizados. O curso inclui atividades como rodas de notícias e simulações de entrevistas, buscando preparar os alunos para o mercado de trabalho.

Em 2024, 20,5 milhões de brasileiros não acessaram a internet, com 73,4% sem instrução ou com ensino fundamental incompleto. O acesso entre idosos cresceu para 69,8%, mas 5,1 milhões de lares ainda estão desconectados.

Quatorze mulheres receberam certificados após concluir o curso Fundamentos da Nuvem, promovido pela Amazon Web Services (AWS) e Senai-DF, com foco em capacitação tecnológica. A iniciativa visa aumentar a presença feminina na área de tecnologia.