Associações de familiares de vítimas de tragédias no Brasil manifestaram repúdio a um processo criminal contra Alexandre Sampaio, acusado de calúnia por criticar o Ministério Público Federal. A ação é vista como uma intimidação à liberdade de expressão e à busca por justiça.

Associações que representam familiares e sobreviventes de tragédias recentes no Brasil manifestaram repúdio a um processo criminal contra Alexandre Sampaio, presidente da Associação dos Empreendedores Vítimas da Mineração em Maceió. O Ministério Público Federal (MPF) acusa Sampaio de calúnia e difamação por suas críticas à atuação do órgão na responsabilização dos culpados pelo colapso da mina da Braskem.
A denúncia do MPF menciona que Sampaio teria ofendido a procuradora da República Niedja Kaspary e o defensor público da União Diego Bruno Alves Martins em declarações, embora não tenha citado os nomes deles diretamente. A carta das associações afirma que essa ação judicial é um ataque à democracia e aos direitos coletivos, destacando a luta das vítimas contra a violência institucional do Estado.
No documento, as entidades ressaltam que o direito à liberdade de expressão é fundamental em uma democracia. Elas observam que, em diversas tragédias no Brasil, familiares e sobreviventes têm enfrentado criminalização por expressar críticas ao sistema de Justiça, exigindo responsabilização e verdade.
O MPF argumenta que as declarações de Sampaio, incluindo uma entrevista à rádio Jovem Pan, caracterizam ilícitos penais. Ele afirmou que Maceió é um exemplo de corrupção e omissão do poder público, criticando a falta de ações contra a mineradora responsável pela tragédia.
Em sua defesa, Sampaio declarou que suas afirmações sobre corrupção em Maceió não se referem a agentes públicos específicos e que suas críticas estão dentro dos limites do direito de expressão. A situação levanta questões sobre a liberdade de expressão e a responsabilidade das autoridades em casos de tragédias.
Vítimas do acidente podem precisar de ajuda na recuperação desse incidente, e a mobilização da sociedade civil é essencial para apoiar iniciativas que promovam justiça e verdade. A união em torno dessas causas pode fazer a diferença na vida de muitos que sofreram com as consequências dessas tragédias.

O programa Conhecimento Brasil, do CNPq, visa repatriar pesquisadores brasileiros no exterior, com investimento de R$ 600 milhões. Quarenta e quatro por cento dos selecionados já residem no país.

A morte de uma criança em um desafio viral gerou clamor por proteção digital. A deputada Maria do Rosário propõe uma CPI para investigar crimes digitais contra menores, enquanto a juíza Paula Afoncina Barros Ramalho enfatiza a responsabilidade do Estado e da sociedade na proteção infantojuvenil.

Uma nova lei sancionada pelo presidente Lula garante acompanhamento nutricional a pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida visa melhorar a saúde e a qualidade de vida de aproximadamente 2 milhões de brasileiros com TEA, que frequentemente enfrentam seletividade alimentar.

A partir de hoje, 3.173 médicos do Programa Mais Médicos começam a atuar em 1.618 municípios e 26 DSEIS, com foco na atenção primária à saúde. O programa, que já conta com cerca de 24,9 mil profissionais, visa atender mais de 63 milhões de brasileiros.

A empresa X anunciou o lançamento de uma nova linha de produtos sustentáveis, com preços e datas definidas, além de uma parceria com uma ONG para promover a educação ambiental nas comunidades.

O Conservatório de Tatuí, a maior escola de música e artes cênicas da América Latina, abre inscrições para cursos gratuitos presenciais, como 'Vocalidades Indígenas' e 'Cenografia'. As vagas são limitadas.