Associações de familiares de vítimas de tragédias no Brasil manifestaram repúdio a um processo criminal contra Alexandre Sampaio, acusado de calúnia por criticar o Ministério Público Federal. A ação é vista como uma intimidação à liberdade de expressão e à busca por justiça.

Associações que representam familiares e sobreviventes de tragédias recentes no Brasil manifestaram repúdio a um processo criminal contra Alexandre Sampaio, presidente da Associação dos Empreendedores Vítimas da Mineração em Maceió. O Ministério Público Federal (MPF) acusa Sampaio de calúnia e difamação por suas críticas à atuação do órgão na responsabilização dos culpados pelo colapso da mina da Braskem.
A denúncia do MPF menciona que Sampaio teria ofendido a procuradora da República Niedja Kaspary e o defensor público da União Diego Bruno Alves Martins em declarações, embora não tenha citado os nomes deles diretamente. A carta das associações afirma que essa ação judicial é um ataque à democracia e aos direitos coletivos, destacando a luta das vítimas contra a violência institucional do Estado.
No documento, as entidades ressaltam que o direito à liberdade de expressão é fundamental em uma democracia. Elas observam que, em diversas tragédias no Brasil, familiares e sobreviventes têm enfrentado criminalização por expressar críticas ao sistema de Justiça, exigindo responsabilização e verdade.
O MPF argumenta que as declarações de Sampaio, incluindo uma entrevista à rádio Jovem Pan, caracterizam ilícitos penais. Ele afirmou que Maceió é um exemplo de corrupção e omissão do poder público, criticando a falta de ações contra a mineradora responsável pela tragédia.
Em sua defesa, Sampaio declarou que suas afirmações sobre corrupção em Maceió não se referem a agentes públicos específicos e que suas críticas estão dentro dos limites do direito de expressão. A situação levanta questões sobre a liberdade de expressão e a responsabilidade das autoridades em casos de tragédias.
Vítimas do acidente podem precisar de ajuda na recuperação desse incidente, e a mobilização da sociedade civil é essencial para apoiar iniciativas que promovam justiça e verdade. A união em torno dessas causas pode fazer a diferença na vida de muitos que sofreram com as consequências dessas tragédias.

Carlos e Lucas, um casal de professores, celebram o Dia Nacional da Adoção com a história de sua família, formada por três irmãos adotivos, superando desafios e preconceitos. Desde 2019, eles compartilham sua jornada nas redes sociais, inspirando outros a abraçar a adoção e a diversidade familiar.

A Internet das Coisas (IoT) avança na indústria com a integração de inteligência artificial, destacando inovações como a tornozeleira eletrônica do Grupo Link para proteção de mulheres. Empresas como Siemens e Bosch estão na vanguarda, com 38% das soluções de IoT já incorporando IA. A tecnologia melhora a eficiência e promove a sustentabilidade, enquanto a tornozeleira avisa sobre a proximidade de agressores.

O Índice de Desenvolvimento Humano das Consultoras de Beleza (IDH-CB) da Natura atingiu 0,653, o maior desde 2014, impulsionado pela inclusão das vendedoras da Avon e iniciativas de inclusão financeira.

A prefeitura do Rio instituiu o “Circuito de Desfiles da Avenida Chile — Bira Presidente” em homenagem a Ubirajara Félix do Nascimento, cofundador do Fundo de Quintal. O circuito, que celebra a memória do sambista, já era utilizado pelo bloco Cacique de Ramos e será gerido pela Riotur. Bira, que faleceu em junho de 2023, foi fundamental na valorização do samba e do carnaval de rua.

A Caixa Econômica Federal lança linha de crédito de até R$ 4.500 pelo aplicativo Caixa Tem, visando inclusão financeira de negativados. Processo digital elimina taxas e facilita acesso ao crédito.

Em 2024, o rendimento médio das famílias brasileiras alcançou um recorde, com a desigualdade social diminuindo, conforme dados do IBGE. O Índice de Gini caiu para 0,506, refletindo crescimento de 17,6% entre os mais pobres.