A FAPESP e a Academia Brasileira de Ciências lançam nova chamada do Programa Aristides Pacheco Leão, oferecendo 120 bolsas para estágios de curta duração a alunos de graduação, visando fomentar carreiras científicas.

A FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) anunciou uma nova chamada de propostas do Programa Aristides Pacheco Leão de Estímulo a Vocações Científicas (PAPL), em parceria com a Academia Brasileira de Ciências (ABC). A iniciativa visa oferecer 120 bolsas para estágios de curta duração, incentivando alunos de graduação a se dedicarem à carreira científica. Os interessados devem ser membros titulares ou afiliados da ABC e podem supervisionar estudantes de outros estados em seus laboratórios.
O objetivo principal da chamada é estimular o interesse dos alunos pela ciência e ampliar a colaboração em pesquisa. Os estudantes devem apresentar uma carta de motivação, demonstrando seu interesse na área. A FAPESP concederá uma Bolsa de Estímulo a Vocações Científicas (EVC) para discentes que estejam cursando a partir do quarto semestre, cobrindo despesas como deslocamento, diárias e taxa de bancada.
Serão disponibilizadas 60 bolsas na modalidade EVC-IC para discentes do Estado de São Paulo que desejam visitar instituições de ensino e pesquisa em outros estados, e outras 60 bolsas para estudantes de outros estados que queiram realizar estágios em São Paulo. Após o período de inscrição, a ABC e a FAPESP definirão os pares orientador-bolsista, facilitando a elaboração de projetos de pesquisa.
A manifestação de interesse por parte dos orientadores deve ser feita até o dia 16 de junho. A chamada de propostas está disponível no site da FAPESP, onde os detalhes e instruções para a submissão das propostas podem ser acessados. Essa é uma oportunidade valiosa para os alunos que desejam se aprofundar em suas áreas de estudo e para os orientadores que buscam expandir suas redes de colaboração.
Além de promover a formação de novos pesquisadores, essa iniciativa também reforça a importância da ciência no desenvolvimento do país. O incentivo à pesquisa e à formação de novos talentos é essencial para o avanço científico e tecnológico, beneficiando a sociedade como um todo. A colaboração entre instituições é fundamental para criar um ambiente propício à inovação e ao conhecimento.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, que pode contribuir para o fortalecimento da ciência e da educação no Brasil. A união em torno de projetos que visam o desenvolvimento científico pode fazer a diferença na formação de futuros pesquisadores e na promoção de uma cultura científica mais robusta.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou o curso gratuito Bolsa Futuro Digital, com o objetivo de formar 10 mil programadores em dois anos, priorizando estudantes da rede pública. As inscrições vão até 30 de maio.

O Sesi-São Paulo lança programas como Passaporte para o Futuro, Universitário e Futuro Professor, visando reverter o desinteresse educacional de 8,9 milhões de jovens no Brasil. Essas iniciativas oferecem bolsas e apoio financeiro, promovendo a conexão dos estudantes com suas aspirações e o mercado de trabalho.

Dez categorias profissionais da Saúde buscam que cursos como Nutrição e Fisioterapia sejam exclusivamente presenciais, alegando riscos à formação e à segurança da saúde. O Conselho Nacional de Educação deve revisar as Diretrizes Nacionais Curriculares, com expectativa de mudanças em até dois anos.

A Porto lançou a 18ª edição do Programa de Formação em TI, com 40 vagas gratuitas em Full Stack e Analytics, oferecendo chances de contratação ao final do curso. Inscrições até 25 de maio de 2025.

A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás autorizou a contratação temporária de servidores pela Secretaria de Educação, garantindo a continuidade dos serviços educacionais. A decisão reverteu uma proibição anterior, atendendo a demandas emergenciais e assegurando que a ausência de professores não comprometa o direito à educação dos alunos.

Dispositivo vestível inova na navegação de pessoas com deficiência visual. Pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong desenvolveram um assistente visual que fornece direções por voz e utiliza um algoritmo compacto para processar imagens, melhorando a interação com o ambiente.