Inscrições para o Prouni 2025 começam em 30 de junho, com mais de 211 mil bolsas disponíveis para estudantes de baixa renda que participaram do Enem de 2023 ou 2024. O programa visa ampliar o acesso ao ensino superior.

O Ministério da Educação (MEC) anunciou o início das inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni) referente ao segundo semestre de 2025, com início em 30 de junho. O programa, criado em 2004, visa oferecer bolsas de estudo integrais e parciais a estudantes de baixa renda, ampliando o acesso ao ensino superior em instituições privadas. Neste semestre, estão disponíveis mais de 211 mil bolsas, sendo mais de 118 mil integrais e mais de 93 mil parciais.
As bolsas do Prouni são válidas para mais de 370 cursos em 887 instituições de ensino superior privadas em todo o Brasil. Para se inscrever, os candidatos devem ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2023 ou 2024, obtendo uma média igual ou superior a 450 pontos nas quatro áreas do conhecimento, além de não ter zerado na redação.
Os interessados devem atender a um dos critérios estabelecidos pelo edital, que incluem ter cursado o ensino médio integralmente em escola pública, ter sido bolsista integral em escola privada, ou ter cursado parcialmente em ambas as modalidades. Além disso, pessoas com deficiência e professores da rede pública de ensino também podem se inscrever, especialmente para cursos de licenciatura e pedagogia.
Para concorrer a uma bolsa integral, é necessário comprovar uma renda familiar bruta mensal de até um salário mínimo e meio (R$ 2.277) por pessoa. Já para a bolsa parcial, a renda familiar deve ser de até três salários mínimos (R$ 4.554). As inscrições podem ser feitas até 4 de julho, às 23h59, no portal único de acesso ao ensino superior do MEC.
O cronograma do Prouni para o segundo semestre de 2025 inclui a primeira chamada de aprovados em 7 de julho e a segunda chamada em 28 de julho. A lista de espera será divulgada em 22 de agosto. É uma oportunidade valiosa para aqueles que buscam uma formação superior e desejam melhorar suas perspectivas profissionais.
Iniciativas como o Prouni são essenciais para promover a inclusão educacional. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, apoiando projetos que visem garantir o acesso à educação de qualidade para todos, especialmente para os menos favorecidos. Cada contribuição pode ajudar a transformar vidas e abrir portas para um futuro melhor.

Ministro dos Transportes, Renan Filho, sugere eliminar aulas em autoescolas para obter a CNH, visando reduzir custos e facilitar o acesso, especialmente para a população de baixa renda. A proposta pode ser implementada sem passar pelo Congresso Nacional.

Estão abertas as inscrições para o 1º Curso Avançado de Vacinologia – AdVac Brasil, com setenta vagas gratuitas para profissionais da saúde, promovido pela UFG e OPAS, visando fortalecer a imunização no Brasil.

A morte de uma criança após inalar gás de desodorante acende alerta sobre riscos digitais. O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Wellington Luiz, destaca a urgência de unir esforços para conscientizar jovens sobre perigos na internet, especialmente após a tragédia que vitimou uma menina de oito anos. Ele propõe integrar discussões sobre segurança digital ao currículo escolar. Além disso, o deputado Gabriel Magno protocolou um projeto de lei visando criar uma Política Distrital de Proteção Digital, que incluirá formação para educadores e uma Semana de Proteção Digital nas escolas.

O Congresso deve regulamentar a licença-paternidade, que atualmente é de cinco dias, após decisão do STF. Projetos em tramitação propõem aumentos para até 60 dias, com votação prevista para agosto.

O Conecta Saeb promoverá aulões online gratuitos em agosto para preparar alunos e gestores para o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), com foco em Matemática e Língua Portuguesa. As aulas visam democratizar o acesso ao conhecimento e melhorar a qualidade do ensino público no Brasil.

O trágico caso do "desafio do desodorante" resultou na morte de uma criança, gerando um alerta sobre a segurança digital. Especialistas pedem educação midiática e responsabilização de pais, educadores e plataformas. A falta de regulamentação e a influência de influenciadores digitais são preocupações centrais.