O edital “Futuros Cientistas – Prof. Sérgio Muniz Oliva Filho” da FAPESP encerra hoje sua primeira rodada de propostas, oferecendo até 400 bolsas de iniciação científica para estudantes de ações afirmativas. Os resultados serão divulgados em setembro.

A FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) encerra hoje, 14 de julho, o prazo para a primeira rodada de submissão de propostas do edital “Futuros Cientistas – Prof. Sérgio Muniz Oliva Filho”. Este edital oferece até 400 Bolsas de Iniciação Científica para estudantes que ingressaram no ensino superior por meio de ações afirmativas, olimpíadas do conhecimento, Provão Paulista ou que tenham cursado todo o ensino médio em escolas públicas. Os resultados serão divulgados em setembro.
O edital, lançado em 14 de maio, homenageia o professor Sérgio Muniz Oliva Filho, falecido em março. Ele era conhecido por sua atuação na matemática aplicada e por seu compromisso com a inclusão no ensino superior. O professor sempre buscou formas de inserir rapidamente alunos na pesquisa, visando reduzir a evasão no primeiro ano de graduação.
Marcio de Castro, diretor científico da FAPESP, destacou a importância da proposta do professor Sérgio Oliva para a concessão de bolsas de forma mais inclusiva. O objetivo é envolver jovens no método científico e em pesquisas de alto nível, financiadas pela FAPESP. Essa iniciativa visa não apenas apoiar a formação de novos cientistas, mas também garantir a permanência dos estudantes nos cursos de graduação.
Pesquisadores que já recebem apoio da FAPESP nas modalidades de Auxílio à Pesquisa podem submeter propostas de Auxílio à Pesquisa Regular, incluindo Bolsas de Iniciação Científica como item orçamentário. Cada proposta pode solicitar até duas bolsas, com a possibilidade de incluir Bolsa Estágio de Pesquisa no Exterior (BEPE).
As submissões devem ser realizadas exclusivamente pelo Sistema de Apoio à Gestão (SAGe) da FAPESP. A segunda rodada de submissão, referente ao segundo semestre de 2026, terá prazo até 4 de setembro, com resultados anunciados em dezembro. Essa estrutura permite que mais estudantes tenham acesso a oportunidades de pesquisa e desenvolvimento acadêmico.
Iniciativas como essa são fundamentais para promover a inclusão e o desenvolvimento de novos talentos na ciência. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visam a formação de jovens cientistas e a continuidade de suas trajetórias acadêmicas, contribuindo para um futuro mais igualitário e inovador.

Insper lança curso de Engenharia de Produção para 2026, visando atender setores diversos e aumentar bolsas para alunos de baixa renda. A instituição busca atrair mais estudantes e inovar no ensino prático.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Protagonismo Universitário, que premiará cinco estudantes com uma viagem à China e formação em liderança, reconhecendo jovens que impactam suas comunidades. O prêmio, promovido pelo Na Prática, busca valorizar a diversidade de histórias e realidades de universitários de todo o Brasil. As inscrições são gratuitas e visam destacar aqueles que já promovem mudanças significativas, mesmo sem cargos formais.

Censo Escolar 2024 revela queda de 220 mil matrículas no ensino fundamental, evidenciando a urgência de políticas como o programa Escola das Adolescências para reverter a evasão escolar.

O Ministério da Educação lançou o programa Na Ponta do Lápis, que visa promover educação financeira a mais de 30 milhões de estudantes do ensino básico, com adesão voluntária de estados e municípios. A iniciativa busca desenvolver habilidades financeiras e integra-se ao programa Pé-de-Meia, visando inclusão social e autonomia.

A UFMG oferece quatro cursos gratuitos de extensão em educação digital, com foco em inteligência artificial e letramento digital, com inscrições abertas até 18 de julho. As aulas ocorrerão de 11 de agosto a 14 de setembro.

O Ministério da Educação regulamentou a educação a distância no ensino superior, exigindo formação avançada para docentes e atividades presenciais obrigatórias. Instituições têm dois anos para se adaptar.