Felca, influenciador digital, viralizou com o vídeo "Adultização", que alerta sobre a exposição de crianças nas redes sociais, gerando debates em Brasília sobre proteção infantil. O conteúdo, que já alcançou mais de 44 milhões de visualizações, destaca os riscos da captura de imagens de menores por algoritmos. A discussão resultou em propostas de lei para reforçar a segurança das crianças online.

O influenciador digital Felca, que se destacou na internet brasileira, compartilhou em entrevista ao programa Fantástico que sua primeira tentativa de criar conteúdo foi interrompida por seu pai. Atualmente, aos 27 anos, ele é reconhecido por abordar temas relevantes, como saúde mental. Recentemente, seu vídeo intitulado "Adultização", publicado em 6 de agosto, viralizou e já conta com mais de 44 milhões de visualizações, gerando um intenso debate sobre a exposição de crianças nas redes sociais.
O vídeo denuncia como imagens de menores, que podem parecer inofensivas, são capturadas por algoritmos e podem ser direcionadas a redes de pedofilia. Felca reflete sobre sua experiência, afirmando que, embora tenha se contrariado na época, hoje agradece pela proteção que recebeu. Ele enfatiza a importância de discutir a segurança infantil no ambiente digital, especialmente em um momento em que a exposição pode causar danos significativos.
A repercussão do vídeo foi tão grande que chegou a pautar debates em Brasília, mobilizando pais, educadores e especialistas. A Meta, empresa responsável pelo Instagram, anunciou que possui regras rigorosas contra a sexualização infantil e está implementando novas medidas para restringir o acesso de adultos a perfis com conteúdo predominantemente infantil.
Parlamentares de diferentes partidos estão defendendo a aprovação do Projeto de Lei 2628/2022, que visa criar regras para proteger crianças e adolescentes no ambiente digital. O projeto inclui a verificação obrigatória de idade, controles parentais mais rigorosos e a remoção imediata de conteúdos que explorem crianças. Durante uma audiência pública, a senadora Damares Alves destacou que “as crianças estão clamando por proteção” e relatou casos extremos de violência.
O autor do projeto, o senador Alessandro Vieira, criticou as plataformas digitais por priorizarem o lucro em detrimento da segurança das crianças. A urgência da votação do projeto já foi pautada na Câmara dos Deputados, com o presidente Hugo Motta e o deputado Jadyel Alencar liderando a relatoria.
Essa situação evidencia a necessidade de ações coletivas para proteger os mais vulneráveis. Projetos que visam garantir a segurança infantil no ambiente digital devem ser apoiados pela sociedade civil, promovendo um espaço mais seguro para as crianças. A união em torno dessa causa pode fazer a diferença na vida de muitas famílias.

Leila Pereira, presidente do Palmeiras, destaca seu papel como inspiração para mulheres no futebol durante o Mundial de Clubes da FIFA, onde o time já venceu o Al Ahly. Ela clama por mais oportunidades para mulheres na área.

A partir de 1º de setembro, pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão ser atendidos gratuitamente por planos de saúde, convertendo dívidas em serviços. A medida visa reduzir a espera por atendimentos especializados em áreas como oncologia e cardiologia, com expectativa de R$ 750 milhões em serviços.

A Prefeitura de Ribeirão Pires, através da Secretaria de Cultura, apresenta neste final de semana dois espetáculos gratuitos da EMARP, promovendo humor e formação artística. No sábado (21), às 11h, a peça infantil "As crianças que tinham medo de errar" aborda a importância de brincar e errar, enquanto no sábado e domingo (21 e 22), às 18h, o 3º Cabaré de Palhaçaria traz esquetes cômicas para todos os públicos. A secretária de Cultura, Rosí Ribeiro de Marco, ressalta o valor do acesso à cultura para o desenvolvimento humano. A entrada é gratuita no Anfiteatro Arquimedes Ribeiro.

A presidente do Superior Tribunal Militar, Maria Elizabeth Rocha, propõe letramento antidiscriminatório nas escolas militares após ouvir queixas de líderes indígenas sobre o tratamento das Forças Armadas. A iniciativa visa promover respeito às culturas originárias e aumentar a representatividade indígena nas instituições militares.

O Nupens, da USP, lidera pesquisas que moldam políticas de saúde no Brasil, como o Vigitel e o NutriNet Brasil, que investiga os efeitos da alimentação na saúde de 200 mil brasileiros. O NutriNet Brasil, iniciado em 2020, visa entender o impacto do consumo de ultraprocessados na saúde, com acompanhamento de participantes em todo o país. A iniciativa busca promover intervenções para melhorar hábitos alimentares e reduzir doenças crônicas.

A Flipei 2025, Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, será gratuita e se expandirá para cinco dias, com mais de 200 editoras e 28 debates programados. O evento contará com apoio do ProAC e Lei Rouanet.