Brasília celebra 65 anos com ações da Secretaria de Justiça e Cidadania, promovendo inclusão e bem-estar em diversas áreas, como saúde, educação e segurança. A Sejus-DF realiza campanhas sobre drogas, eventos para idosos, combate ao trabalho infantil e violência sexual, além de educação antirracista e segurança para mulheres.

Brasília comemora seu 65º aniversário no dia 21 de abril, e a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) lançou uma série de iniciativas para promover inclusão e bem-estar ao longo do mês. As ações abrangem diversas áreas, com equipes da Sejus-DF atuando em ruas, praças, escolas e comércios, oferecendo informações e serviços à população.
Uma das ações em destaque é a campanha da Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas (Subed), que tem realizado abordagens informativas em quadras residenciais e comerciais. A equipe tem conversado com a população sobre os riscos do uso de drogas e as opções de tratamento disponíveis. No primeiro dia da campanha, três vigias de um supermercado buscaram ajuda e foram acolhidos em uma comunidade terapêutica em menos de 24 horas.
A Subsecretaria de Políticas para o Idoso (Subidoso) também iniciou um projeto chamado "Um Dia na Praça", que visa promover a saúde e o convívio social entre pessoas com mais de 60 anos. O evento inaugural, realizado na Praça do Compromisso, atraiu mais de 60 participantes, que puderam desfrutar de atividades como aula de zumba e aferição de pressão. A próxima edição ocorrerá no dia 12 de abril, na quadra de esportes da praça da SQN 313.
Além disso, a Subsecretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes (Subpca) está realizando uma força-tarefa para combater o trabalho infantil e a violência sexual. A equipe tem distribuído materiais informativos em locais estratégicos, como a Rodoviária do Plano, destacando serviços de acolhimento e canais de denúncia. A mobilização continuará em áreas de grande circulação, como o Conic e a Galeria dos Estados.
Durante o mês de aniversário, a Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e Igualdade Racial (Subdhir) intensificará o Programa de Letramento Racial em órgãos do Governo do Distrito Federal e nas escolas. O Centro Educacional 04 do Guará será a primeira instituição a receber formações voltadas para práticas pedagógicas antirracistas, com o objetivo de alcançar todas as escolas públicas do DF.
A Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência (Subav) está ampliando o protocolo "Por Todas Elas", que capacita funcionários de estabelecimentos de entretenimento para prevenir a violência contra a mulher. A ação começou no Complexo Gastronômico Mané Mercado, onde 105 colaboradores participaram da formação. Essas iniciativas demonstram o compromisso da Sejus-DF com uma Brasília mais justa e humana, e a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar essas causas e ajudar a transformar a realidade de muitos.

O presidente Lula sancionou a ampliação das cotas para negros, indígenas e quilombolas em concursos públicos federais de 20% para 30%, promovendo maior equidade e representatividade. A medida é vista como um avanço na justiça racial e pode impactar positivamente a mobilidade social desses grupos historicamente marginalizados.

Vice-governadora do DF, Celina Leão, se reuniu com autoridades para atualizar protocolos de investigação de feminicídios, visando melhorar a proteção às mulheres e a notificação de casos. Ações incluem um sistema integrado de dados e regulamentação da notificação compulsória.

A Cia Navega Jangada estreia "O Varal" em São Bernardo do Campo no dia 11 de junho, com apresentações gratuitas em São Paulo, explorando a maternidade de forma íntima e visceral. O espetáculo, dirigido por Talita Cabral, aborda os desafios e as belezas da maternidade real, com intérprete de Libras e audiodescrição em algumas sessões.

Casos de violência contra crianças e adolescentes, como o de Paula e suas filhas, ressaltam a urgência de medidas protetivas e a importância da Lei Henry Borel, que já concedeu milhares de ordens de proteção.

Joildo Santos, fundador do Grupo Cria Brasil, conecta empresas e favelas, promovendo cultura e oportunidades em mais de 350 comunidades. Sua trajetória destaca a importância da comunicação autêntica e do empreendedorismo local.

Pesquisadores da USP criaram um biossensor portátil e sustentável que detecta o vírus da covid-19 com 95% de precisão, utilizando materiais reciclados e sem necessidade de infraestrutura laboratorial. O dispositivo, que custa apenas 20 centavos de dólar, promete democratizar diagnósticos acessíveis e pode ser adaptado para outros vírus, como a influenza.