A centésima edição da Feira do Troca em Olhos d'Água homenageia Laís Aderne, idealizadora do evento, com uma programação cultural rica e a valorização da cultura local. O evento, que ocorre na Praça Santo Antônio, destaca a prática do escambo e a força do artesanato, promovendo um encontro vibrante entre comunidade e tradição.

A centésima edição da Feira do Troca, um evento cultural significativo em Olhos d'Água, ocorrerá neste fim de semana na Praça Santo Antônio, em Alexânia (GO), a cerca de 100 quilômetros de Brasília. A feira, que promove a troca de objetos e artesanato, atrai visitantes de várias partes do país e celebra a prática do escambo, conhecida localmente como 'gambira'. Este encontro destaca a criatividade e a cultura popular da região, oferecendo uma rica exposição de artesanato, antiguidades e produtos da agricultura familiar.
Durante os três dias de evento, o público poderá participar de uma programação cultural diversificada, que inclui apresentações musicais, teatro, danças tradicionais e contação de histórias. Nesta edição especial, a homenageada será Laís Aderne, idealizadora da feira em mil novecentos e setenta e quatro. Laís, que era professora e arte-educadora, dedicou sua vida a valorizar a cultura local e a prática do escambo, deixando um legado que perdura até hoje.
Laís Aderne, natural de Diamantina, foi uma figura central na preservação e celebração dos saberes tradicionais de Olhos d'Água. Sua irmã, Sílvia Aderne, relembra o impacto que Laís teve na comunidade, ressaltando que a feira surgiu de uma necessidade de geração de renda em um período de escassez de oportunidades. Laís reconheceu o talento artístico da população e ajudou a criar um espaço onde a produção artesanal local pudesse ser valorizada.
A primeira edição da feira foi estruturada como um espaço de trocas reais, onde as pessoas podiam trocar roupas e utensílios por produtos artesanais. Essa prática, que já existia na comunidade, fortaleceu a economia local e reafirmou o orgulho dos moradores. A 'gambira' é uma parte viva da rotina da comunidade, promovendo trocas baseadas na necessidade e no respeito mútuo, sem a intermediação do dinheiro.
Além das trocas, a feira também é um espaço para apresentações culturais, como catira, moda de viola e mamulengo, tornando Olhos d'Água um ponto de encontro intercultural. A Associação Comunitária de Olhos d'Água (ACORDE) também promove ações para valorizar a cultura local, como o Memorial Olhos d'Água, inaugurado em dois mil e dezessete, que preserva a história e os saberes do distrito, incluindo uma sala dedicada a Laís Aderne.
O evento não apenas celebra a cultura local, mas também destaca a importância da união da comunidade em torno de projetos que valorizam suas tradições. A participação ativa da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovem a cultura e o desenvolvimento local, garantindo que o legado de Laís Aderne continue a inspirar futuras gerações.

A telemedicina no Brasil, regulamentada em 2020, tem transformado o acesso à saúde em áreas remotas, como na comunidade ribeirinha de Tabuleta, onde consultas virtuais salvaram vidas. O projeto Saúde Infinita, coordenado pelo Dr. Luís Marcelo, exemplifica essa inovação, oferecendo diagnósticos e tratamentos à distância, além de serviços de telessaúde ambulatorial.

O governo Lula reformulou o Benefício de Prestação Continuada (BPC), permitindo que duas pessoas na mesma residência recebam o auxílio e eliminando o prazo de revisão de dois anos. As novas regras ampliam a lista de rendas que não contam para o cálculo do benefício, mas proíbem a acumulação com o Bolsa Família. O decreto visa facilitar o acesso ao BPC e reduzir conflitos judiciais.

Avanços na transposição do Rio São Francisco prometem transformar a realidade hídrica do Nordeste, beneficiando milhões com irrigação e abastecimento em diversos estados. O governo destaca a importância do projeto para o desenvolvimento da região.

Levantamento da Umane revela que 1,6 milhão de internações no SUS em 2024 poderiam ser evitadas com melhor atenção primária à saúde, destacando a urgência de fortalecer a prevenção, especialmente para idosos.

A Editora Estudos Amazônicos, com quinze anos de experiência, marcará presença na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, de 13 a 22 de junho, promovendo a cultura e a preservação ambiental da Amazônia. A participação visa destacar obras que dialogam com os objetivos da COP30, conferência da ONU que ocorrerá em novembro em Belém, no Pará.

O Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) destinará R$ 7,2 milhões para apoiar 15 jovens pesquisadores em saúde, com cada um recebendo R$ 480 mil em três anos, em parceria com a FAPERJ.