Veridiana Quirino, empresária de Campinas, superou uma infância difícil e hoje fatura mais de R$ 70 milhões com sua marca de semijoias, planejando expandir suas franquias para 700 até 2025.

Veridiana Quirino, empresária de Campinas, superou uma infância marcada pela pobreza e violência para se tornar uma referência no mercado de semijoias. Com um faturamento previsto de mais de R$ 70 milhões neste ano, ela possui quatro lojas físicas e uma fábrica, além de um modelo de franquias home based que já conta com 590 consultoras. O objetivo é expandir para 700 franquias até 2025.
A trajetória de Quirino começou em um barraco de madeira, onde viveu com sua mãe e cinco irmãos. Ela testemunhou a violência doméstica e a perda de um irmão na adolescência, experiências que moldaram seu desejo de empreender. "O empreendedorismo entrou na minha vida por causa de onde eu morava", afirma. O sonho de ter uma loja própria se concretizou quando começou a trabalhar em um shopping, onde teve seu primeiro contato com o mundo do comércio.
Aos 21 anos, após economizar R$ 5 mil e formar uma sociedade com um parceiro chinês, Quirino abriu sua primeira loja de semijoias. Apesar de enfrentar preconceitos por ser mulher e negra, ela perseverou e construiu uma marca reconhecida. "Quando as pessoas descobriam que eu era a dona, perdia o brilho nos olhos delas", relembra. Para proteger sua imagem, ela se apresentou como vendedora durante quatro anos.
O crescimento do negócio foi impulsionado pela criação de uma fábrica em Limeira, que permitiu a Quirino controlar a qualidade dos produtos. Atualmente, a empresária emprega mais de 200 funcionários e conta com cerca de três mil consultoras. O modelo de franquias home based, que não exige investimento inicial, tem atraído muitas mulheres, permitindo que elas mudem suas vidas financeiras rapidamente.
Quirino também valoriza a saúde física e emocional, praticando exercícios e incentivando seus funcionários a fazer o mesmo. "Se eu não estiver bem, não consigo cuidar de tudo", destaca. Ela já proporcionou uma casa própria para sua mãe e ajudou sua irmã a se formar na faculdade, um marco significativo para sua família.
Com projeções de crescimento, a empresa deve faturar R$ 90 milhões em 2026. Quirino acredita que seu sucesso pode inspirar outras mulheres a empreender. "Quero que surjam muitas Veridianas por aí." A história de Quirino é um exemplo de como a união e o apoio mútuo podem transformar vidas e comunidades, mostrando que iniciativas que promovem o empreendedorismo feminino devem ser valorizadas e incentivadas.

A empresa X anunciou o lançamento de sua nova linha de produtos sustentáveis para o próximo mês, em parceria com ONGs, visando aumentar a conscientização ambiental e reduzir o impacto ecológico.

Câmara dos Deputados aprova o projeto "ECA Digital" para combater a exploração sexual de menores na internet, em resposta a denúncias do influenciador Felca sobre a adultização infantil e algoritmos. A proposta cria uma autoridade autônoma para fiscalização e estabelece regras rigorosas para plataformas digitais, visando proteger crianças e adolescentes de conteúdos prejudiciais.

O governo Lula reformulou o Benefício de Prestação Continuada (BPC), permitindo que duas pessoas na mesma residência recebam o auxílio e eliminando o prazo de revisão de dois anos. As novas regras ampliam a lista de rendas que não contam para o cálculo do benefício, mas proíbem a acumulação com o Bolsa Família. O decreto visa facilitar o acesso ao BPC e reduzir conflitos judiciais.

Melissa Almeida, empreendedora de Ouro Preto do Oeste, inova ao criar rapadura de cacau, faturando R$ 15 mil mensais. Com foco em práticas agroecológicas, planeja expandir para o Chile e o Peru.

Prefeitura de Niterói lança o programa Fila Zero para reduzir o tempo de espera por exames no SUS de dez meses para dez dias, gerando críticas sobre a priorização de investimentos em entidades privadas.

Após uma busca frustrante por um vestido de noiva, a autora, mulher midsize, encontrou um modelo desenhado especialmente para seu corpo, superando experiências constrangedoras em ateliês. A realidade da moda nupcial ainda exclui muitos corpos, evidenciando a necessidade de inclusão no mercado.