A Caixa Econômica Federal apresenta um novo Plano de Enfrentamento ao Assédio Sexual e um Estatuto Social que garante um terço dos cargos da Diretoria Executiva para mulheres, reforçando seu compromisso com a igualdade de gênero.

Três anos após um escândalo de assédio sexual e moral em sua alta administração, a Caixa Econômica Federal anunciou, nesta terça-feira, um novo Plano de Enfrentamento ao Assédio Sexual. De acordo com a instituição, o plano tem como objetivo reafirmar seu compromisso com um ambiente de trabalho seguro, ético e respeitoso. A iniciativa é acompanhada pela publicação de um novo Estatuto Social, que traz modernizações na governança e na transparência do banco.
O presidente da Caixa, Carlos Vieira, destacou que as mudanças visam reforçar o papel da instituição como banco público. Entre as inovações, o novo estatuto estabelece que mulheres devem ocupar pelo menos um terço dos cargos na Diretoria Executiva. Essa medida é um avanço significativo na política de igualdade de gênero dentro da organização.
Vieira afirmou que, com a atualização do estatuto e as ações decorrentes, a Caixa demonstra um compromisso efetivo com a construção de um ambiente mais justo e inclusivo. Ele ressaltou que fortalecer a presença feminina em cargos de alta liderança não é apenas uma questão de equidade, mas também uma decisão estratégica para a instituição.
O novo estatuto da Caixa é o único em vigor que prevê cotas para mulheres em sua alta administração. Essa iniciativa é um passo importante para promover a diversidade e a inclusão no setor financeiro, que historicamente tem sido dominado por homens.
Além disso, o plano de enfrentamento ao assédio sexual é uma resposta direta às críticas recebidas após o escândalo anterior. A Caixa busca, assim, não apenas reparar sua imagem, mas também criar um ambiente de trabalho onde todos se sintam seguros e respeitados.
Neste contexto, a mobilização da sociedade civil é fundamental para apoiar iniciativas que promovam a igualdade de gênero e a proteção contra o assédio. Projetos que visem a capacitação e o empoderamento de mulheres podem ser essenciais para transformar essa realidade e garantir um futuro mais justo para todos.

Monique Malcher, escritora premiada, lança seu primeiro romance "Degola" na Flip, abordando sua infância em uma ocupação em Manaus e a representação da Amazônia. A obra reflete sua busca por narrar histórias não contadas.

Taguatinga se destaca com o revitalizado Taguaparque, que, desde sua inauguração em 2018, atrai moradores em busca de lazer e qualidade de vida, com investimentos de R$ 13 milhões. O Parque Ecológico do Cortado e o Parque Saburo Onoyama também são elogiados por suas estruturas e opções de entretenimento.

Marcos Lopez, fotógrafo argentino, apresenta esculturas feitas com materiais naturais na exposição “Diálogos: conexões criativas e meio ambiente” em Niterói, até 14 de junho. A entrada é gratuita.

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) exibirá, em 17 de junho de 2025, o documentário "Ciro Fernandes: Matrizes da Memória", que retrata a vida e obra do artista. A produção de 28 minutos, dirigida por Claudia Rangel, é a primeira investigação acadêmica sobre Ciro Fernandes e destaca sua técnica na xilogravura e a conexão com a cultura popular brasileira. A exibição, gratuita e aberta ao público, visa refletir sobre a preservação do patrimônio imaterial e a importância da arte como resistência cultural.

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro processou 43 empresas de apostas online, reivindicando R$ 300 milhões por danos morais coletivos e medidas de proteção ao consumidor. A ação destaca o aumento do endividamento e a falta de um ambiente seguro para os apostadores, evidenciando os riscos à saúde mental associados ao vício em jogos.

Jeniffer e Julio, após 17 anos sonhando em ser pais, adotaram cinco irmãos em Telêmaco Borba, enfrentando desafios e descobrindo que têm Transtorno do Espectro Autista (TEA). A família cresceu e se uniu.