O filme "O Agente Secreto" foi aplaudido por treze minutos no Festival de Cannes e destaca o apoio estatal à cultura, com financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual e coprodução internacional.

O filme O Agente Secreto estreou no dia 18 de maio de 2025, no 78º Festival de Cannes, onde recebeu aplausos por treze minutos e entrou na disputa pela Palma de Ouro, o principal prêmio do evento. A direção e o roteiro são de Kleber Mendonça Filho, conhecido por seu trabalho em Bacurau, e o filme é estrelado por Wagner Moura. A delegação brasileira no festival incluiu atores, membros da equipe técnica e autoridades do Ministério da Cultura (MinC), como a ministra Margareth Menezes, destacando a relevância do apoio estatal à cultura.
A produção de O Agente Secreto foi financiada pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), vinculado à Agência Nacional do Cinema (Ancine), com o suporte do MinC. O FSA é parte da Lei do Audiovisual, um mecanismo que tem possibilitado a realização de produções nacionais com reconhecimento internacional. Filmes como Central do Brasil e O Auto da Compadecida também se beneficiaram desse incentivo e alcançaram sucesso global.
Além do financiamento nacional, O Agente Secreto conta com coprodução internacional envolvendo Alemanha, França e Holanda, recebendo apoio de instituições culturais desses países. O FSA tem como objetivo fortalecer todo o setor de cinema e produção audiovisual no Brasil, abrangendo desde a criação de roteiros até a exibição dos filmes. O financiamento provém de contribuições obrigatórias de empresas do setor, como produtoras, emissoras de TV e operadoras de telecomunicações.
Essas contribuições são essenciais para a manutenção da produção cultural no Brasil. Segundo Vanessa Pires, CEO da Brada, uma startup que busca investimento em impacto positivo, a Lei do Audiovisual permite que empresas direcionem parte de seus impostos para projetos culturais, ajudando a concretizar ideias que, de outra forma, poderiam não ser realizadas. Esse apoio não apenas viabiliza projetos, mas também gera empregos e movimenta a economia criativa.
Os incentivos fiscais são considerados um motor para o cinema brasileiro. Vanessa Pires ressalta a importância de contar com parceiros mediadores que ajudem empresas e produtores a entenderem como aproveitar essas oportunidades, que vão além do financiamento e fortalecem a imagem institucional. Para o governo, essa é uma forma de apoiar a economia, a cultura e a identidade do país.
Com o sucesso de O Agente Secreto em Cannes, é evidente que iniciativas culturais precisam ser estimuladas pela sociedade civil. A união em torno de projetos culturais pode fazer a diferença na promoção da arte e da identidade nacional, permitindo que mais histórias sejam contadas e reconhecidas no cenário internacional.

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A inclusão digital dos idosos é essencial, com smartphones adaptados que oferecem maior acessibilidade. Ajustes como aumento de contraste, comandos de voz e funções de emergência promovem segurança e conforto.

Mãe de criança celíaca enfrenta desafios na escola para garantir dieta sem glúten. Após reunião tensa, advogados oferecem apoio e sindicância é aberta para investigar contaminação cruzada.

Ticiana Rolim fundou a Somos Um e defende uma filantropia estratégica no Brasil, onde doações familiares cresceram apenas 8% em 2022, apesar do aumento das fortunas. O Idis aponta desconfiança e burocracia como barreiras.

A Embratur, liderada por Marcelo Freixo, lançou a nova temporada da série "Turismo transforma", destacando o potencial turístico das favelas cariocas e o afroturismo como estratégia de desenvolvimento. As gravações começam no Morro do Vidigal, com foco em promover dignidade e fortalecer economias locais.

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