A prefeitura do Rio de Janeiro suspendeu os pagamentos e a obra de revitalização da antiga estação da Leopoldina devido a denúncias de desrespeito às leis trabalhistas pela Concrejato. A empresa nega as acusações e afirma que a paralisação foi acordada.

A prefeitura do Rio de Janeiro decidiu suspender os pagamentos e a obra de revitalização da antiga estação da Leopoldina. O projeto inclui a construção de um conjunto habitacional e uma nova Cidade do Samba, destinada às agremiações da Série Ouro do carnaval carioca. A interrupção ocorreu após denúncias de que a empresa responsável, Concrejato, estaria desrespeitando leis trabalhistas, colocando em risco a segurança dos trabalhadores.
Em comunicado, a prefeitura afirmou que a suspensão dos pagamentos visa uma apuração mais detalhada das denúncias. O município deixou claro que a Concrejato deve cumprir as leis trabalhistas para que as obras possam continuar. Caso contrário, a prefeitura considera a possibilidade de transferir a execução do projeto para outra empresa.
A revitalização da antiga estação é considerada um projeto prioritário pela administração municipal. O contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi assinado para a reestruturação do espaço, que atualmente se encontra deteriorado. O projeto prevê a construção de uma Fábrica do Samba, um centro de convenções, residenciais populares e equipamentos para serviços sociais.
Além das estruturas mencionadas, o projeto inclui a criação de ciclovias, bicicletários, quiosques, bancos, áreas verdes e um mural artístico em homenagem à história do samba. A Fábrica do Samba contará com uma praça de eventos, que terá um palco para shows durante todo o ano, ampliando as opções culturais da região.
A Concrejato, por sua vez, afirmou que a paralisação das obras foi acordada com a prefeitura, uma vez que não há pagamentos desde janeiro. A empresa negou as acusações de falta de segurança e pendências trabalhistas, ressaltando a importância do investimento na recuperação da Leopoldina e na região ao redor da estação, que enfrenta problemas de abandono e violência.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a recuperação de áreas urbanas e a promoção de projetos sociais. A mobilização em torno desse projeto pode ajudar a garantir que a revitalização da Leopoldina se concretize, beneficiando a comunidade e preservando a cultura local.

A Alesp aprovou um programa de combate à pobreza em São Paulo, que prevê R$ 150 mensais para famílias elegíveis e uma jornada de reintegração ao mercado de trabalho, com investimento de R$ 500 milhões. O programa visa atender 105 mil famílias até 2026, incluindo aquelas com renda per capita de até R$ 218, e não compete com o Bolsa Família, segundo a secretária de Desenvolvimento Social.

Cecília, uma paulistana da zona leste, alimenta aves em seu quintal diariamente, atraindo cerca de oitenta psitacídeos. Sua rotina, compartilhada nas redes sociais, impacta positivamente milhares de seguidores.

Parte do Parque do Bixiga, em São Paulo, será usada como canteiro de obras para a Linha 19-Celeste do Metrô por três anos, com a área devolvida após a conclusão. A Prefeitura e o Metrô definem as condições da ocupação.

São Paulo será palco do ESG Summit 2025, reunindo líderes para discutir sustentabilidade e desigualdades sociais. O evento, que celebra uma década do Acordo de Paris, também premiará as melhores práticas ESG.

Quatro novas escolas estaduais serão construídas em Armação dos Búzios, Cabo Frio e Rio das Ostras até 2026, homenageando Pelé, Ziraldo, Gloria Maria e Susana Naspolini. As vagas atenderão o Ensino Médio Regular e a Educação de Jovens e Adultos, com obras a cargo da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop).

A prefeitura de Niterói atualizará o plano "Niterói Que Queremos" até 2050, iniciando consulta pública em 30 de outubro e criando o Conselho da Cidade para abordar desigualdades e integrar os ODS da ONU.