Joyce Feitosa compartilha sua jornada com Doença Inflamatória Intestinal (DII), ressaltando a importância do apoio social e da adaptação alimentar. Ela inspira jovens com sua mensagem de superação e esperança.

Receber o diagnóstico de uma Doença Inflamatória Intestinal (DII) na juventude é um desafio que muitos não esperam enfrentar. Joyce Feitosa, em entrevista ao Catraca Livre, compartilha sua experiência, marcada por medo e incertezas. A jovem relembra que, ao ouvir sua médica afirmar que poderia levar uma vida normal, sentiu-se mais tranquila. As DIIs, como a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa, exigem cuidados constantes, especialmente em relação à alimentação e acompanhamento médico.
Atualmente, a doença de Joyce está em remissão, o que significa que seus sintomas estão controlados. Ela relata que, no momento, não enfrenta dificuldades em seu cotidiano devido à DII. No entanto, quando a doença estava ativa, os desafios eram significativos, especialmente no aspecto emocional. A jovem destaca que a adaptação à nova rotina, incluindo alimentação e visitas frequentes ao hospital, foi essencial para seu amadurecimento.
Joyce enfatiza a importância do apoio social em sua vida. Ela afirma que sua rede de amigos a trata normalmente desde o diagnóstico, embora haja um cuidado extra em relação à alimentação. Apesar de evitar leite e derivados, ela afirma que sua dieta não sofreu mudanças drásticas, o que facilita sua participação em eventos sociais e encontros com amigos.
Embora atualmente Joyce lide bem com a DII, sua saúde mental foi afetada durante os períodos de atividade da doença. Ela menciona ter enfrentado uma crise depressiva e ressalta a importância de buscar ajuda médica. O apoio dos amigos e a participação em um grupo de apoio específico para pessoas com DII foram fundamentais para sua recuperação emocional.
Joyce expressa a força que sente, não apenas em si mesma, mas também em outros que convivem com a DII. “Eu sou uma muralha de tão forte”, afirma, transmitindo uma mensagem de esperança para jovens que estão passando por situações semelhantes. Ela encoraja aqueles que estão enfrentando o diagnóstico a manterem a fé e a força, afirmando que a superação é possível.
A história de Joyce é um exemplo de resiliência e superação. Projetos que visam apoiar jovens com doenças crônicas, como as DIIs, são essenciais para promover a conscientização e o acolhimento. A união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam desafios semelhantes, oferecendo suporte e esperança para um futuro melhor.

Festival Feira Preta, maior evento de cultura negra da América Latina, foi cancelado por falta de patrocínio, evidenciando a negligência das empresas em explorar o mercado negro.

Neste domingo (25), o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, inicia o Caminho das Águas em Cabrobó (PE), visitando a Estação de Bombeamento EBI-1 e a Barragem de Serra do Livramento. O evento destaca a importância do Projeto de Integração do São Francisco, que já beneficia 8,1 milhões de pessoas em quatro estados nordestinos.

A Academia Brasileira de Literatura de Cordel, em Santa Teresa, Rio de Janeiro, preserva a rica tradição da literatura de cordel, com um acervo de 150 mil folhetos e 12 mil títulos. Fundada em 1988 por Gonçalo Ferreira da Silva, a instituição enfrenta preconceitos e promove a cultura, realizando atividades mensais e apoiando cordeltecas pelo Brasil.

A Record TV foi condenada a indenizar o jornalista Arnaldo Duran em R$ 400 mil por demissão considerada discriminatória devido à sua condição de saúde. O TRT-2 destacou que a rescisão foi motivada por estigma.

Diretora da Escola Municipal São Miguel, em Santarém (PA), é acusada de racismo institucional contra alunos indígenas Munduruku. O MPF pede seu afastamento e investiga comportamentos discriminatórios.

Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que a solidão causou cerca de 871 mil mortes anuais entre 2014 e 2019, afetando especialmente os jovens e gerando ações governamentais em diversos países.