Neste domingo (4), a Orquestra Sinfônica da Bahia homenageará Mãe Stella de Oxóssi, com um concerto que celebra seu centenário e o lançamento do Instituto Mãe Stella de Oxóssi, promovendo cultura e educação.

Neste domingo, dia quatro, a Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) realizará um concerto em homenagem ao centenário de Mãe Stella de Oxóssi, uma das líderes mais influentes do candomblé na Bahia. O evento ocorrerá no Cine Teatro Solar Boa Vista, em Salvador, e contará com a participação de alabês de terreiros baianos, que trarão o som dos atabaques para o palco. Mãe Stella, que completaria cem anos no dia dois, foi a ialorixá do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá e dedicou sua vida à luta contra a intolerância religiosa e à promoção da educação.
O concerto faz parte de uma programação extensa de homenagens, que inclui seminários e o lançamento do Instituto Mãe Stella de Oxóssi. Este instituto terá sede no bairro do Comércio e se dedicará à preservação do legado de Mãe Stella, além de apoiar pessoas em situação de vulnerabilidade social. O evento de lançamento ocorrerá na Academia de Letras da Bahia, onde Mãe Stella foi eleita membro em 2013.
Mãe Stella de Oxóssi, nascida em Salvador em mil novecentos e vinte e cinco, foi a quinta ialorixá do Ilê Axé Opô Afonjá, fundado em mil novecentos e dez. Ela assumiu a liderança do terreiro em mil novecentos e setenta e seis e se destacou na luta contra o racismo e a intolerância religiosa. Em mil novecentos e setenta e oito, fundou a escola Eugênia Ana dos Santos, a primeira a funcionar dentro de um terreiro de candomblé, que se tornou referência no ensino da história e cultura afro-brasileira.
Além de sua atuação religiosa, Mãe Stella era enfermeira de formação e se destacou como pesquisadora e escritora, publicando seis livros e colaborando com o jornal "A Tarde". Sua trajetória foi marcada pela defesa do candomblé como religião autêntica, criticando o sincretismo que associa a religião aos santos católicos. Em mil novecentos e oitenta e três, lançou um manifesto em defesa do candomblé, recebendo apoio de outras líderes religiosas.
O Ilê Axé Opô Afonjá é um dos terreiros mais tradicionais da Bahia, frequentado por personalidades como Jorge Amado e Dorival Caymmi. Mãe Stella faleceu em dois mil e dezoito, aos noventa e três anos, e foi sucedida por Ana Verônica Bispo dos Santos, a Mãe Ana de Xangô. O concerto deste domingo incluirá obras de compositores baianos e cantos litúrgicos do candomblé, encerrando com uma versão sinfônica da música "O Ouro e a Madeira", de Ederaldo Gentil, que era a favorita de Mãe Stella.
O maestro Carlos Prazeres, regente da Osba, destaca que a participação dos alabês será fundamental, criando um diálogo sonoro com a orquestra. O evento promete ser uma celebração emocionante da cultura afro-brasileira e do legado de Mãe Stella. A união em torno de iniciativas culturais como essa pode ser um passo importante para apoiar a preservação da cultura e da educação, beneficiando a sociedade como um todo.

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A morte de Bruna Oliveira da Silva, mestranda da USP, e o assassinato de dez mulheres no Rio Grande do Sul evidenciam a urgência de ações contra a violência de gênero no Brasil. A sociedade clama por atenção e políticas efetivas.

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