A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF) anunciou a licitação para a reforma do Teatro da Praça, com propostas a serem apresentadas em 1º de agosto de 2025, totalizando R$ 3.108.684,98. O projeto visa modernizar a infraestrutura cultural de Taguatinga, incluindo melhorias no palco, camarins e acessibilidade, além de reformas na área externa. O deputado federal Reginaldo Veras celebrou a notícia, destacando a importância da reforma para a cultura local.

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF) anunciou a abertura da licitação para a reforma do Teatro da Praça em Taguatinga. As propostas devem ser apresentadas no dia 1º de agosto de 2025, às 10h. O investimento estimado para o projeto é de R$ 3.108.684,98. O edital está disponível nos sites oficiais do Governo do Distrito Federal (GDF).
O projeto de reforma inclui melhorias significativas na infraestrutura do teatro, abrangendo o palco, coxias, camarins, depósitos, casa de máquinas e cabines técnicas de som e iluminação. A plateia terá capacidade para 216 assentos, sendo seis destinados à acessibilidade, com quatro para pessoas em cadeira de rodas e dois para pessoas obesas.
Além das melhorias internas, o anexo do teatro também será reformado. As intervenções incluem a bilheteria, foyer, copa, banheiros e a construção de um novo jardim de inverno. Na área externa, haverá troca de pisos e calçadas, instalação de rampas acessíveis, construção de uma central de gás (GLP) e um novo castelo d’água.
O deputado federal Reginaldo Veras expressou satisfação com o avanço da licitação, afirmando que a reforma representa um novo capítulo para a cultura de Taguatinga. Ele destacou a importância do projeto para a valorização da cultura local, afirmando que "a cultura de Taguatinga merece" essa atenção.
O Teatro da Praça, com uma área construída de 865,03 m², receberá serviços especializados de engenharia para requalificação estrutural. As edificações passarão por pintura nova, revisão estrutural, manutenção elétrica e hidráulica, impermeabilização e troca de revestimentos e esquadrias.
Essa reforma é uma oportunidade para a comunidade se unir em prol da cultura local. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, e a mobilização em torno do teatro pode trazer melhorias significativas para a região. A participação da população é fundamental para garantir que a cultura de Taguatinga continue a florescer.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou proposta que garante acesso a terapias regulamentadas para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). O projeto, que altera a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA, assegura que os tratamentos tenham a validação do Ministério da Saúde, visando eficácia e segurança. A proposta, que amplia o Projeto de Lei 473/23, ainda precisa passar por outras comissões antes de ser votada na Câmara e no Senado.

Marcos Lopez, fotógrafo argentino, apresenta esculturas feitas com materiais naturais na exposição “Diálogos: conexões criativas e meio ambiente” em Niterói, até 14 de junho. A entrada é gratuita.

Santa Catarina se destaca na ressocialização de detentos, com trinta por cento da população carcerária em trabalho remunerado. O governo planeja expandir parcerias e construir um novo complexo prisional em Blumenau.

Moradores das comunidades Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, no Rio, ganham três novos espaços no Edifício Multiuso, incluindo uma cantina reformada e um centro de ginástica artística. A iniciativa, parte do Programa Cidade Integrada, visa melhorar a qualidade de vida local.

A fluoretação da água, considerada uma conquista da saúde pública, enfrenta resistência nos EUA, onde Utah e Flórida baniram sua prática, levantando preocupações sobre saúde infantil e desigualdade social.

A B3 inicia avaliação de medidas para aumentar a diversidade nas lideranças das empresas listadas, exigindo a eleição de ao menos uma mulher ou um representante de grupo minorizado nos conselhos. A iniciativa, aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários, visa promover maior representatividade de gênero e racial, embora não seja obrigatória. As empresas devem justificar a ausência de ações de diversidade.