Em 2024, a população Yanomami registrou uma queda de 21% nos óbitos, impulsionada pela ampliação da assistência médica e reabertura de polos de saúde. O governo federal investiu R$ 256 milhões em infraestrutura e contratou mais de mil profissionais.

Dados recentes do Ministério da Saúde revelam avanços significativos na assistência à população Yanomami, com uma redução de 21% nos óbitos em 2024, especialmente por causas evitáveis como malária, infecções respiratórias e desnutrição. O aumento no número de profissionais de saúde, que mais que dobrou, e o investimento em infraestrutura foram fundamentais para essas melhorias, conforme o Informe 7 do Centro de Operações de Emergências (COE).
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a ação do governo atual, que envolve todos os Ministérios, foi crucial para reverter o cenário de desassistência anterior, que favorecia o garimpo ilegal. O número de profissionais de saúde no território Yanomami saltou de 690 para 1.781, representando um aumento expressivo de 158% no período.
As reaberturas de sete polos de atendimento, que estavam fechados devido à insegurança, permitiram que as equipes de saúde alcançassem 5.224 indígenas. O investimento de R$ 256 milhões em 2024 para recuperar a infraestrutura de saúde indígena foi um passo importante para garantir assistência adequada e monitoramento das condições de saúde da população.
Os dados também mostram uma redução de 47% nos óbitos por infecções respiratórias agudas e de 42% por malária. Apesar do aumento de 9,7% nas notificações de casos de malária, a letalidade da doença caiu, refletindo melhorias no diagnóstico e na cobertura dos serviços de saúde. O secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba, ressaltou que a ampliação do acesso ao diagnóstico teve um impacto direto na redução da mortalidade.
Além disso, o número de atendimentos por infecções respiratórias agudas cresceu 270%, com uma redução de 73% na letalidade. Os nutricionistas, por exemplo, aumentaram seus atendimentos em 461%, enquanto os atendimentos médicos cresceram 72,6%. Essa expansão na assistência resultou em menos admissões na Casa de Saúde Indígena (Casai), indicando um impacto positivo da atenção primária.
O boletim também aponta um aumento de 65% na aplicação de vacinas de rotina, com 53.477 doses aplicadas em 2024. A recuperação nutricional das crianças Yanomami está em andamento, com a desnutrição grave reduzida de 24,2% para 19,2%. Em situações como essa, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem melhorar a saúde e o bem-estar dessa população vulnerável.

O Conservatório de Tatuí, a maior escola de música e artes cênicas da América Latina, abre inscrições para cursos gratuitos presenciais, como 'Vocalidades Indígenas' e 'Cenografia'. As vagas são limitadas.

A Riachuelo lançou uma coleção de camisetas sustentáveis com passaporte digital, utilizando blockchain e inteligência artificial para garantir rastreabilidade. A iniciativa, em parceria com a Blockforce, visa promover uma moda mais ética e consciente, beneficiando agricultores locais e reduzindo emissões de carbono.

O Grupo Jurema lançou o movimento Mulheres nos Espaços de Poder em um jantar no Copacabana Palace, premiando 20 mulheres como Embaixadoras da Esperança por suas contribuições sociais. O evento destacou a importância da presença feminina em posições de liderança e contou com a participação de figuras influentes, como a vereadora Tainá de Paula. Marcas de moda lideradas por mulheres também participaram, promovendo a inclusão e o empoderamento feminino.

Movimento "Pela Vida Além do Trabalho" propõe fim da jornada 6x1 no Brasil, com apoio popular e PEC da deputada Erika Hilton. A mudança visa melhorar saúde e vínculos familiares, enfrentando desigualdades sociais.

Crescem iniciativas de sênior cohousing no Brasil, como o Vilarejo Senior Cohousing em Curitiba e a Vila ConViver em Campinas, promovendo moradia e socialização para idosos, combatendo a solidão.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Protagonismo Universitário, que levará cinco estudantes brasileiros para a China com todas as despesas pagas, valorizando jovens que impactam suas comunidades. O prêmio, promovido pelo Na Prática, busca reconhecer a diversidade regional e o potencial transformador dos universitários em suas áreas.