O youtuber Felipe Bressanim, conhecido como Felca, denunciou a "adultização" de crianças nas redes sociais, gerando repercussão na Câmara dos Deputados. O vídeo, que alcançou 5 milhões de visualizações em um dia, alerta sobre os riscos emocionais e psicológicos dessa exposição.

O youtuber Felipe Bressanim, conhecido como Felca, gerou grande repercussão nas redes sociais e na Câmara dos Deputados após publicar um vídeo intitulado “adultização”, onde denuncia a exploração de crianças nas plataformas digitais. O vídeo, que alcançou cinco milhões de visualizações em apenas um dia, expõe os riscos emocionais e psicológicos da exposição precoce de crianças a conteúdos inadequados.
A Fundação Abrinq, que defende os direitos de crianças e adolescentes, define adultização como a exposição precoce a comportamentos e responsabilidades que deveriam ser exclusivas dos adultos. Esse fenômeno é potencializado pelo acesso irrestrito a conteúdos impróprios, como redes sociais e programas voltados para adultos.
O Instituto Alana, que também atua na proteção de crianças, destaca que a adultização afeta especialmente meninas, manifestando-se na sexualização de personagens de programas infantis. Elementos do universo adulto, como maquiagem e roupas sugestivas, são introduzidos de forma inadequada, prejudicando o desenvolvimento saudável das crianças.
Felca, em seu vídeo, alerta que a adultização pode resultar em sérios problemas emocionais, como ansiedade e depressão, além de dificultar a socialização e a formação da identidade. Após as denúncias, o youtuber revelou que passou a contar com segurança e carro blindado devido à gravidade do tema abordado.
O conteúdo do vídeo inclui entrevistas com especialistas, que discutem os perigos da exposição nas redes sociais. Felca critica a falta de atenção de influenciadores sobre o crescimento de conteúdos de pedofilia, um assunto que, segundo ele, é pouco debatido por quem possui grande alcance nas mídias sociais.
Essa situação demanda uma mobilização da sociedade civil para proteger as crianças e adolescentes. Projetos que visem a conscientização e a prevenção da adultização devem ser apoiados e estimulados, garantindo um ambiente mais seguro e saudável para as futuras gerações.

O Museu Afro Brasil anunciou a nomeação de Flávia Martins como nova diretora executiva, buscando aumentar a diversidade racial e a presença de mulheres negras em cargos de liderança. A mudança ocorre após a saída polêmica de Hélio Menezes, que criticou a falta de transparência e diversidade na instituição, gerando um manifesto de apoio de quase oitocentas personalidades. A gestão atual visa responder às críticas com uma nova configuração, incluindo maior representação de mulheres negras em áreas estratégicas.

A Unicamp aprovou cotas para pessoas trans, travestis e não binárias, gerando reações políticas e tentativas de anulação por parlamentares, em meio a um aumento de projetos de lei antitrans no Brasil.

Foi iniciado o Agosto Lilás com o ato simbólico das obras da Casa da Mulher Brasileira no Rio, que contará com R$ 28,5 milhões para oferecer serviços essenciais de proteção às mulheres em situação de violência.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, participou da cerimônia que marcou a chegada das águas do Projeto de Integração do São Francisco ao Rio Grande do Norte. Este evento, que representa um avanço significativo para a segurança hídrica da região, ocorreu após um investimento de R$ 500 milhões para aumentar a capacidade de bombeamento. As águas percorreram 412 quilômetros desde Cabrobó, em Pernambuco, até a Barragem de Oiticica, em Jucurutu. A governadora do estado, Fátima Bezerra, também esteve presente.

Servidores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, com apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania, iniciaram a implementação do Plano Operativo para a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. O encontro definiu ações para promover equidade racial em saúde e combater o racismo estrutural.

Mais da metade das crianças vacinadas contra a dengue não retornou para a segunda dose, mesmo com a epidemia em alta. O Ministério da Saúde alerta para a urgência de campanhas de vacinação.