Felipe Bressanim Pereira, o Felca, destacou em entrevista na TV a repercussão de seu vídeo sobre a exploração sexual de menores, que já soma 44 milhões de visualizações. Hytalo Santos e seu marido foram presos. Felca defende supervisão parental nas redes sociais.

O youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, abordou em uma entrevista na TV a repercussão de seu vídeo que denuncia a adultização e a exploração sexual de crianças e adolescentes na internet. O programa Altas Horas, exibido no sábado (16), destacou que o vídeo já alcançou 44 milhões de visualizações. Felca denunciou o influenciador Hytalo Santos, que, junto com seu marido, foi preso preventivamente na sexta-feira (15) por acusações de exploração de menores em conteúdos nas redes sociais.
Durante a entrevista, Felca enfatizou a importância da supervisão parental nas redes sociais. Ele afirmou que crianças não devem atuar como criadoras de conteúdo online, pois isso pode expô-las a materiais inadequados. "É muito fácil a criança sair de uma animação divertida para um conteúdo não apropriado", alertou. O youtuber sugeriu que, caso os pais não consigam supervisionar adequadamente, o bloqueio das redes sociais é uma alternativa necessária.
Felca também comemorou o impacto do seu vídeo, que gerou discussões em nível nacional, chegando até ao Congresso Nacional. Ele recebeu relatos de pessoas assistindo ao vídeo em transportes públicos, o que demonstra a relevância do tema. O conteúdo do vídeo aborda a monetização e a exposição de crianças nas redes sociais, criticando a prática de "empresários mirins" que promovem uma visão distorcida de sucesso e riqueza.
O caso de Hytalo Santos é um dos mais graves, segundo Felca, que o acusa de tirar adolescentes de suas casas e expô-los de maneira sexualizada. Ele mencionou o caso de uma jovem que começou a ser explorada aos doze anos e que, aos dezessete, já havia passado por procedimentos cirúrgicos e aparecia em conteúdos com bebidas alcoólicas. Essas situações levantam questões sérias sobre a proteção de menores nas plataformas digitais.
Felca também explicou como os algoritmos das redes sociais podem facilitar a exploração sexual, recomendando conteúdos de acordo com interações dos usuários. Ele alertou que a idade mínima para criar perfis é de treze anos, mas isso não garante a segurança das crianças. O influenciador destacou a necessidade de os pais estarem atentos a sinais de comportamento inadequado, como o uso de códigos por pedófilos nas redes.
Com a prisão de Hytalo Santos e seu marido, as investigações sobre exploração infantil ganham força. A sociedade deve se mobilizar para apoiar iniciativas que protejam crianças e adolescentes de abusos e exploração nas redes sociais. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo um ambiente mais seguro e saudável para todos.

Nesta quinta-feira (29), às 14h30, ocorrerá um bate-papo ao vivo no YouTube sobre "Comunicação que protege", promovido pela Defesa Civil, com especialistas discutindo a comunicação em crises. O evento contará com a participação de Eloisa Beling (UFRGS), Jéssica Macedo (MIDR) e tenente Maxwel Celestino (Defesa Civil de SP), mediado por Loiane Souza (Sedec). A conversa abordará a importância da comunicação estratégica e informações seguras para a proteção da população em desastres.

Cristian Morales, da OPAS, enfatizou na 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador a saúde como um direito humano essencial, pedindo políticas inclusivas e participação social para fortalecer o SUS.
Pacientes do Hospital São Vicente de Paulo participaram de um passeio à "Vila do Bem" no Capital Moto Week, promovendo socialização e benefícios terapêuticos. A gerente Thais Braga destaca a importância da reintegração social.

Edmilson Filho e Halder Gomes transformaram o cinema nordestino com obras como "Cine Holliúdy" e "O Shaolin do Sertão", criando um novo mercado e valorizando a diversidade cultural. Eles mostraram que o audiovisual é um vetor estratégico de desenvolvimento, rompendo estereótipos e ampliando a representação regional.

A pesquisa da Agência Mosaico aponta crescimento da representação LGBTQIAPN+ entre influenciadores brasileiros, mas revela lacunas em diversidade racial e etária nas campanhas publicitárias. Enquanto 82,1% dos influenciadores lembram de marcas que incluem essa comunidade, apenas 35% mencionam diversidade racial. A inclusão sazonal é evidente, com picos de trabalho durante o Mês do Orgulho, e a faixa etária predominante é de 26 a 35 anos. A pesquisa destaca a necessidade de maior representatividade e inclusão no marketing, especialmente em setores menos diversificados.

Joel Mendonça, fundador da ACC, planeja expandir a empresa de contabilidade para Fortaleza, investindo R$ 200 mil, após um crescimento anual de 20% a 30% e faturamento de R$ 2,5 milhões.