A atriz Fernanda Rodrigues anunciou o retorno do carcinoma basocelular, um ano após cirurgia. Ela enfatiza a importância da proteção solar e do acompanhamento dermatológico contínuo.

A atriz Fernanda Rodrigues anunciou que o carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele, retornou um ano após sua primeira cirurgia. Em um vídeo no Instagram, ela revelou que passará por um novo procedimento para remover a lesão. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) informa que esse tipo de câncer representa cerca de 80% dos casos de câncer de pele não melanoma no Brasil, sendo considerado o mais frequente globalmente.
Embora a incidência do carcinoma basocelular seja alta, especialistas destacam que ele tende a ser menos agressivo do que outros tipos, como o melanoma. A oncologista Veridiana Camargo explica que a doença cresce lentamente e localmente, raramente causando metástases. O principal fator de risco é a exposição solar sem proteção ao longo da vida, especialmente em áreas expostas como rosto e pescoço.
Fernanda compartilhou sua experiência, mencionando que conhece pessoas que já passaram por várias cirurgias devido a essa condição. Ela enfatizou a necessidade de cuidados contínuos e proteção solar, afirmando: “Esses resquícios da vida do sol eu vou ter que lidar com eles.” A dermatologista Bethânia Cavalli alerta que muitas vezes a doença não causa dor, o que pode levar os pacientes a adiar a busca por ajuda médica.
O carcinoma basocelular geralmente aparece em pessoas a partir dos 40 anos, mas pode surgir antes em indivíduos com alta exposição ao sol. O diagnóstico é feito por dermatologistas, muitas vezes utilizando um dermatoscópio, e pode exigir biópsia para confirmação. O tratamento padrão é cirúrgico, com altas taxas de cura, mas novas opções como a imunoterapia estão sendo exploradas para casos mais graves.
Se não tratado, o carcinoma basocelular pode se tornar agressivo, afetando tecidos e causando deformidades. Pacientes com histórico da doença têm maior risco de desenvolver novas lesões, tornando o acompanhamento dermatológico essencial. Veridiana recomenda consultas regulares e autoexames, pois a pele já danificada pelo sol pode gerar novas preocupações.
A prevenção é fundamental e deve incluir o uso diário de protetor solar, mesmo em dias nublados, além de roupas adequadas e a evitação do sol em horários críticos. A conscientização sobre a proteção solar deve ser um hábito de vida. Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que promovam a saúde e a prevenção do câncer de pele.

A neurologista Dana Boering, no 1º Congresso Latino-Americano da WFNR, enfatizou a motivação e ambientes enriquecidos na reabilitação de lesões cerebrais, propondo inovações como música e tecnologia.

O câncer de esôfago cresce no Brasil, com mais de 11 mil novos casos anuais, especialmente em homens acima de 50 anos. A morte de José Mujica em 2024 destacou a urgência do diagnóstico precoce.

Ministério da Saúde do Brasil promoveu vacinação no 21º Acampamento Terra Livre, destacando a saúde indígena e os direitos dos povos originários, com apoio da OPAS e OMS.

Terapia CAR T, inicialmente para câncer, mostra resultados promissores no tratamento do lúpus, oferecendo esperança de remissão e qualidade de vida a pacientes como Jennifer Le e Janina Paech.

Hospital de Base do DF realiza cirurgias de câncer de pulmão em curso internacional, utilizando técnicas minimamente invasivas e transmitidas ao vivo para a América Latina.

Pesquisadores da Universidade de Fukui identificaram que níveis de diHETrE no sangue do cordão umbilical podem prever o risco de autismo, com implicações para intervenções gestacionais. O estudo, que analisou 200 crianças, sugere que a dosagem desse ácido graxo pode auxiliar na identificação precoce do Transtorno do Espectro Autista (TEA).