O 3º Festival Curta! Documentários premiou obras de destaque em sua edição de 2025, com mais de R$ 170 mil em prêmios. Os documentários "O Nascimento de H. Teixeira" e "Brizola" foram os grandes vencedores.

No dia oito de agosto de 2025, o 3º Festival Curta! Documentários anunciou os vencedores de sua edição em uma cerimônia no Estação NET Gávea, no Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo pelo YouTube. O festival, que promove a produção independente nacional, exibiu mais de 150 obras gratuitamente ao longo de um mês, totalizando prêmios superiores a R$ 170 mil, incluindo serviços técnicos de empresas parceiras.
Na mostra Produção Canal Curta!, que apresenta obras financiadas pelo Fundo Setorial do Audiovisual, o documentário "O Nascimento de H. Teixeira", de Roberta Canuto, foi premiado na categoria Humanidades. O júri elogiou a obra, que retrata a escritora Heloísa Teixeira, falecida em março, como “poética, delicada, sensível e profundamente feminina”. A série "Brasil Visual", de Rosa Melo, venceu na categoria Artes, destacando-se por sua abordagem diversificada sobre arte contemporânea.
Na mostra Outras Janelas, que contou com votação popular, a série "Amazônia – Arqueologia da Floresta – 2ª Temporada", de Tatiana Toffoli, foi a vencedora na categoria Humanidades, enquanto "Olhares do Norte: Pará" levou o prêmio em Artes. O Prêmio CurtaEdu, voltado para o mercado educacional, foi concedido ao documentário "Brizola", de Marco Abujamra, que apresenta a trajetória política do ex-governador gaúcho com uma linguagem acessível e fontes históricas sólidas.
O Prêmio Aquisição Canal Curta! foi para "O Avô na Sala da Estar: A Prosa Leve de Antonio Candido", de Marcelo Machado e Fabiana Werneck, que traça uma biografia afetiva do crítico e sociólogo. A menção honrosa foi para "Macaléia", de Rejane Zilles, que explora a amizade entre Hélio Oiticica e Jards Macalé. Entre os dias doze e quinze de agosto, o Canal Curta! exibirá os vencedores das mostras e do Prêmio CurtaEdu.
A programação inclui a exibição dos episódios "Memórias: Fragmentos do Invisível" e "Corpo Máquina" da série Brasil Visual, no dia doze, às 20h40; o documentário "O Nascimento de H. Teixeira" no dia quatorze, às 21h30; e o documentário "Brizola" no dia quinze, às 22h15. As produções também estão disponíveis no CurtaOn - Clube de Documentários.
Eventos como o Festival Curta! Documentários são fundamentais para a valorização da cultura e da arte no Brasil. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar iniciativas que promovem a diversidade e a produção independente, garantindo que vozes importantes continuem a ser ouvidas e celebradas.

Entre 18 e 24 de abril, São Paulo recebe exposições que refletem a conexão entre humanidade e natureza, destacando a arte contemporânea latino-americana. As mostras incluem "Histórias da Floresta" no Museu Catavento, que promove a cultura indígena e a preservação ambiental, e a individual de Guglielmo Castelli, que traz obras abstratas. A artista dominicana Hulda Guzmán também é destaque no Masp, com obras que abordam a crise climática. As exposições oferecem experiências tanto pagas quanto gratuitas, enriquecendo o cenário cultural da cidade.

Tamara Klink, a primeira mulher a invernar sozinha no Ártico, leu até setenta livros durante sua jornada, incluindo "Grande Sertão: Veredas", e prepara novo livro com seus diários.

O Festival Psica, principal evento musical do Norte do Brasil, confirmou Mano Brown, Marina Sena, BK e Wanderley Andrade para sua edição de 2025, que ocorrerá de 12 a 14 de dezembro em Belém. O festival destaca a diversidade sonora e prioriza artistas pretos e periféricos, prometendo uma programação rica e inovadora.

Museu de Arte de Brasília celebra 65 anos da cidade com programação gratuita. Atividades incluem contação de histórias, oficinas de arte e caminhada cultural.

O grupo Bagagem Cia de Bonecos apresenta "Brasília – Uma História" em Planaltina, com entrada gratuita, destacando a construção da capital por meio da personagem Dona Passinha. O espetáculo, que ocorre nos dias 23 e 24 de agosto, visa entreter e educar o público infantil sobre a história de Brasília, utilizando humor e referências culturais.

Professor de artes do DF, Jean Fernando, expõe no Louvre em outubro. Ele destaca a importância da arte na educação e como ferramenta de transformação.