Governo Federal destaca crescimento de 261% na captação de recursos culturais no Amapá, com investimento histórico de R$ 31,89 milhões, promovendo diálogo entre cultura e empresariado.

O Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e do Ministério da Cultura (MinC), promoveu uma visita ao Amapá no último sábado (12). O objetivo foi estreitar o diálogo com o setor empresarial local e destacar o crescimento de 261% na captação de recursos via Lei Rouanet em 2024, totalizando mais de R$ 79 milhões na região Norte. O investimento histórico no setor cultural do estado alcançou R$ 31,89 milhões, refletindo um compromisso com a cultura regional.
Durante a visita, foram destacados o Centro de Educação Profissional em Música Walkíria Lima e o Barracão de Fantasias e Alegorias da Escola de Samba Maracatú da Favela, em Macapá. O ministro Waldez Góes enfatizou a importância do apoio empresarial para o desenvolvimento da cultura local, afirmando que a política pública visa conectar empreendedores, trabalhadores e consumidores. “Estamos em um movimento forte”, disse o ministro, ressaltando o compromisso do presidente Lula com a cultura.
Os dados apresentados mostram que o Amapá e seus 16 municípios executaram mais de 96% dos recursos recebidos do Governo Federal por meio da Lei Paulo Gustavo de Incentivo à Cultura. Desses, R$ 23,15 milhões foram destinados ao setor audiovisual, enquanto R$ 8,74 milhões foram aplicados em áreas como música, dança, pintura, escultura e artes digitais. Este investimento é considerado o maior da história do Brasil no setor cultural.
Waldez Góes também destacou que o investimento em projetos culturais não apenas fortalece a identidade local, mas também gera impactos econômicos e sociais significativos. Ele afirmou que a realização de atividades culturais beneficia toda a sociedade, incluindo artistas, a rede hoteleira e o comércio local. “Ganha o fazedor cultural, ganha a sociedade que recebe o espetáculo”, completou o ministro.
O secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural do MinC, Henilton Menezes, reforçou a relevância da Lei Rouanet para o fomento cultural no Brasil. Ele destacou que a lei, que anteriormente estava subutilizada, agora está sendo promovida em diversos estados para aumentar o diálogo sobre seu potencial e benefícios para o território nacional.
Com o crescimento expressivo na captação de recursos e o apoio governamental, é essencial que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas culturais. Projetos que promovem a cultura regional merecem ser estimulados, pois têm o potencial de transformar vidas e fortalecer a identidade local. A união em torno dessas causas pode fazer a diferença na construção de um futuro mais vibrante e culturalmente rico.

O Sesc levará 17 autoras à Feira Literária de Paraty (Flip) 2025, com mesas focadas em vozes femininas e temas como experiências editoriais independentes e poesia. O evento ocorrerá de 30 de julho a 3 de agosto.

No dia 28 de setembro, um passeio gratuito de Maria Fumaça entre Campinas e Tanquinho promete resgatar a história ferroviária brasileira. A iniciativa, da Prefeitura de Campinas e da ABPF, oferece uma experiência única com paradas históricas e transporte gratuito. As inscrições começam em 20 de setembro, com apenas 40 vagas disponíveis.

Em 2025, o Projeto Aquarius celebra os 100 anos do jornal O GLOBO com um concerto gratuito na Praça Mauá, reunindo grandes artistas como Martinho da Vila e Roberta Miranda. O evento destaca a diversidade cultural do Brasil.

No Festival LED, Chimamanda Ngozi Adichie e Conceição Evaristo destacaram a importância da diversidade na literatura e a força transformadora das histórias, promovendo uma troca simbólica de obras. A interação entre as autoras reforçou o compromisso de reescrever narrativas, valorizando a experiência negra e a educação como caminhos para empoderar jovens.

São Paulo celebra a cultura com um concerto gratuito do maestro João Carlos Martins em homenagem a Heitor Villa-Lobos, além de um festival de curtas sobre sustentabilidade e uma mostra de espetáculos de bonecos.

A sexta edição do Festival Agô de Música e Ancestralidade ocorrerá de 24 a 27 de abril na Caixa Cultural Brasília, destacando a cultura indígena e africana com shows e rodas de conversa. Artistas como Cátia de França e Sérgio Pererê se apresentarão, promovendo diálogos sobre a música e as tradições dos povos originários. Ingressos a partir de R$ 15 estarão disponíveis a partir de 17 de abril.