Após a morte do artista plástico Francisco Galeno, sua família planeja criar uma fundação dedicada à cultura e crianças, preservando seu acervo em Brasília. O legado de Galeno, que influenciou a arte e a comunidade, será mantido vivo.

A identidade visual do artista plástico Francisco Galeno, nascido em mil novecentos e cinquenta e seis, está profundamente entrelaçada com a arquitetura de Brasília. Suas obras estão expostas em galerias, embaixadas e espaços culturais, tanto no Brasil quanto em cidades como Nova York e Paris. Galeno cresceu em Brazlândia, onde suas vivências moldaram sua trajetória artística. Após seu falecimento, a família planeja criar uma fundação em sua homenagem, com foco em cultura e crianças, um desejo que ele expressou em vida.
João Galeno, um dos filhos do artista, destaca que a fundação será um espaço para influenciar jovens e crianças sobre a importância da arte. "A alma dele era de menino", afirma João, ressaltando o amor que Galeno tinha pela infância e pela criatividade. A família está comprometida em preservar o acervo artístico do pai, que atualmente se encontra em Parnaíba, e planeja trazê-lo para Brasília.
Nos últimos anos, Galeno residiu em Parnaíba, onde mantinha um ateliê e enviava suas obras para Brasília. "Ele sempre pediu que mantivesse o acervo e que nada fosse desfeito", relembra João. O legado de Galeno é celebrado por amigos e admiradores, que destacam sua simplicidade e generosidade. "Ele vai fazer muita falta para todos aqui", diz Son da Silva, amigo e fundador do time Brazlândia, onde Galeno desenhou a camisa do clube.
O pai de Galeno, Artur Carvalho, de noventa e seis anos, também contribuiu para a carreira do filho, ajudando na execução de suas obras. "Sempre que ele me pedia para ajudar, eu estava disposto", recorda Artur, que se orgulha do sucesso do filho. A relação entre eles era próxima, e Artur expressa sua dor pela perda. "É difícil acreditar em uma coisa dessas", lamenta.
Galeno era conhecido por sua humildade e pelo impacto que teve na comunidade de Brazlândia. "Ele se doava para a cidade e para o mundo", afirma José Dias, amigo de longa data. As obras de Galeno estão presentes em várias embaixadas brasileiras, e sua arte é reconhecida internacionalmente. "Brazlândia se tornou conhecida muito por causa da arte de Galeno", ressalta José.
A preservação do legado de Galeno é uma responsabilidade coletiva. A calçada da orla do Lago Veredinha, uma de suas obras, está em processo de tombamento para se tornar patrimônio cultural do Distrito Federal. Projetos que visam a valorização da arte e da cultura devem ser apoiados pela sociedade civil, garantindo que a memória de Galeno e sua contribuição para a arte brasileira continuem a inspirar futuras gerações.

O "Show de Talentos" no Caps AD de Ceilândia celebrou a arte como parte do tratamento de dependentes, promovendo integração familiar e comunitária. O evento, que incluiu dança, música e poesia, reforçou o cuidado humanizado.

Cerca de setecentos profissionais do audiovisual, incluindo cineastas renomados, assinam manifesto pedindo regulamentação do streaming no Brasil, com alíquota mínima de 12% e cota de 20% para produções nacionais.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou a pauta de projetos para combater a exposição adultizada de crianças na internet, impulsionado por críticas do influenciador Felipe Bressanim. A proposta visa proteger menores e responsabilizar redes sociais por conteúdos que não envolvam explicitamente nudez.

Os jovens atores Faíska Alves e Pedro Henrique Ferreira, protagonistas de "Dona de Mim", destacam a amizade que surgiu nas gravações e seu compromisso com projetos sociais em suas comunidades. Eles prometem manter essa conexão após o fim da novela, refletindo a importância do apoio mútuo em suas vidas e carreiras.

Projeto social de boxe retoma atividades sob viaduto em São Paulo após dois anos de interdição, enfrentando desafios como falta de documentação e ameaças de despejo. Voluntários ajudam a reerguer a iniciativa que transforma vidas.

Cerca de 57 milhões de brasileiros residem em municípios com desenvolvimento baixo ou crítico, principalmente no Norte-Nordeste, refletindo a ineficácia das políticas públicas. A responsabilidade recai sobre as prefeituras, que enfrentam desafios em saúde e educação.