O anteprojeto do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) do Distrito Federal foi aprovado pelo Conplan-DF e será enviado à Câmara Legislativa para votação até dezembro. A proposta regulariza 28 áreas habitacionais.

Após 16 anos sem revisões, o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) do Distrito Federal avança para a Câmara Legislativa (CLDF). O Conselho de Planejamento Territorial e Urbano (Conplan-DF) aprovou o anteprojeto em 31 de julho, com trinta e dois votos a favor e uma abstenção. O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, destacou que a proposta será enviada à Casa Civil e à CLDF, com a expectativa de aprovação até o final do ano.
Marcelo Vaz afirmou que a deliberação representa um grande avanço, encerrando um debate de três anos no Executivo. O texto final será ajustado com base em seis recomendações feitas durante a reunião do Conplan. A Seduh (Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação) participará ativamente dos debates na CLDF, que terá um prazo de 120 dias para analisar o projeto.
O PDOT permitirá a regularização de 28 áreas habitacionais, beneficiando cerca de 73 mil famílias. Entre as áreas de interesse social estão a expansão do Sol Nascente e o Altiplano Leste. Contudo, a aprovação na CLDF não garante a regularização imediata, pois o processo requer a previsão no PDOT e o cumprimento de trâmites legais.
O presidente da CLDF, deputado distrital Wellington Luiz, ressaltou que o acordo entre ele, o governador e o secretário estabelece um prazo claro para a apreciação do projeto. A expectativa é que a votação ocorra em dezembro, após um amplo debate com a participação da sociedade.
O PDOT é um instrumento essencial para a política territorial do Distrito Federal, regulando a localização de assentamentos humanos e atividades econômicas. A proposta atual busca atender às demandas da população, que contribuiu com mais de 15 mil sugestões durante o processo de elaboração.
Essa atualização do PDOT é uma oportunidade para a sociedade civil se mobilizar em prol da regularização de áreas habitacionais. A união pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a melhoria das condições de vida nas comunidades afetadas, promovendo um futuro mais justo e sustentável para todos.

A Aegea conquistou o leilão do bloco C de saneamento no Pará, oferecendo R$ 400,6 milhões e prometendo investir R$ 3,6 bilhões para melhorar o acesso à água e esgoto em 27 cidades.

Após ser diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um estudante de Recife teve sua mãe, jornalista, preparando seu prato favorito no hospital, promovendo conforto durante o tratamento. A ação faz parte do programa "Família na Cozinha", que envolve familiares na alimentação de crianças internadas, melhorando o bem-estar emocional e físico.

No dia 21 de junho, o Sesi Lab em Brasília inaugurará as exposições "Mundos Imaginários" e "Brinquedos Esquecidos: o Lúdico Reinventado", com entrada gratuita, promovendo criatividade e empreendedorismo juvenil. As mostras, parte da Feira do Empreendedorismo da FashionTeen, oferecem uma experiência sensorial e educativa, reunindo famílias e educadores em um ambiente lúdico e artístico.

A FEMAMA lançou a campanha "PCDT Rosa: quantos passos faltam?" para pressionar o Ministério da Saúde a disponibilizar tratamentos para câncer de mama, após 8.932.000 passos dados sem acesso. A urgência é garantir a qualidade de vida das pacientes.

O Ministério da Saúde destinará R$ 561 milhões para pesquisas científicas em 2025, cinco vezes mais que no governo anterior, priorizando Saúde da Mulher e Oncologia, com 49,4% dos projetos liderados por mulheres.

A consulta pública para os Planos Setoriais de Adaptação foi prorrogada até 9 de maio, permitindo a participação da sociedade na elaboração do Plano de Redução e Gestão de Riscos e Desastres. A iniciativa, coordenada pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil e o Ministério do Meio Ambiente, visa fortalecer a resiliência das populações e a gestão integrada de riscos no Brasil.