No dia 19, o Projeto Aquarius realizará um concerto gratuito na Praça Mauá, celebrando os 100 anos do GLOBO e os 85 anos da Orquestra Sinfônica Brasileira, com grandes artistas da música brasileira. O evento, regido por Eduardo Pereira, reunirá Martinho da Vila, Roberta Miranda, Chico César e Iza, promovendo a diversidade musical e a inclusão cultural. A apresentação contará com clássicos da música brasileira, destacando a importância do projeto na formação de plateia e na valorização de diferentes estilos.

A diversidade da música brasileira será celebrada no próximo dia 19, às 15h30, na Praça Mauá, Zona Portuária do Rio de Janeiro. O evento, parte do Projeto Aquarius, marcará os 100 anos do GLOBO e os 85 anos da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB). O concerto, gratuito e aberto ao público, será regido por Eduardo Pereira e contará com a participação de artistas renomados como Martinho da Vila, Roberta Miranda, Chico César e Iza.
O Projeto Aquarius, fundado em 1972 por Roberto Marinho, Péricles de Barros e Isaac Karabtchevsky, tem como objetivo promover a inclusão cultural e a formação de plateia, oferecendo apresentações de música de concerto sem custo. Desde sua primeira edição, que atraiu cem mil pessoas ao Aterro do Flamengo, o projeto se consolidou ao longo das décadas, integrando a música popular à sua programação.
Artistas de diferentes gerações e estilos musicais se apresentarão juntos, refletindo a riqueza da cultura brasileira. Chico César, que já se apresentou com diversas orquestras, interpretará suas composições, como “Quando eu fechar os olhos” e “À primeira vista”, além de “Pai”, de Fábio Jr. Ele destaca a emoção de tocar com uma orquestra, ressaltando como os arranjos potencializam as canções.
O repertório incluirá clássicos da música brasileira, como “Pelo telefone”, de Donga, “Luar do sertão”, de Catulo da Paixão Cearense e João Pernambuco, e “Maria, Maria”, de Milton Nascimento e Fernando Brant, interpretada por Iza. Martinho da Vila e Roberta Miranda também trarão suas vozes para canções icônicas, promovendo um diálogo entre diferentes estilos e épocas.
O evento é uma realização do GLOBO, com apoio do Ministério da Cultura, da Prefeitura do Rio de Janeiro e de diversas instituições. As rádios Globo e CBN serão as rádios oficiais do concerto, que promete ser uma grande festa da música brasileira, celebrando a diversidade e a resistência cultural.
Iniciativas como essa são fundamentais para fortalecer a cultura e a música em nosso país. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, apoiando projetos que promovem a inclusão e a valorização da arte, garantindo que mais eventos como este possam acontecer e enriquecer a vida cultural da população.

Itaipu Binacional se destaca na COP30 em Belém, investindo R$ 1,3 bilhão em infraestrutura e projetos sociais, como o Parque Urbano Igarapé São Joaquim, que beneficiará 300 mil famílias.

Daniella Pierson, aos 29 anos, fundou a CHASM para combater a desigualdade de gênero no capital de risco, com mentores que pagam para apoiar novas empreendedoras. A iniciativa destaca a importância do domínio financeiro no empreendedorismo.

A Casa Poéticas Negras da Flip, que começa em trinta de julho em Paraty, contará com a presença da escritora Eva Potiguara, vencedora do Prêmio Jabuti 2023, e do autor Andreone Medrado, representando a comunidade LGBTQIAPN+.

Museu Nacional recebe doação de esqueleto de baleia-cachalote de 15,7 metros, parte da campanha #Recompõe, visando restaurar acervo perdido no incêndio de 2018. A exposição está na Cidade das Artes.

A Universidade de São Paulo (USP) será o primeiro polo da Reagent Collaboration Network (Reclone) no Brasil, focando na produção e distribuição gratuita de biomateriais. A iniciativa, que já atua em mais de 50 países, visa democratizar o acesso a reagentes essenciais para a pesquisa biológica, reduzindo custos e promovendo inovação. O projeto, liderado pela professora Andrea Balan e pelo professor Marko Hyvönen, também incluirá treinamentos para capacitar pesquisadores na produção de enzimas.

A Rede Nacional de Doenças Raras (RARAS) divulgou um estudo inédito sobre 12.530 pacientes, revelando desafios e características demográficas de quem vive com doenças raras no Brasil. O estudo, publicado no Orphanet Journal of Rare Diseases, destaca a importância da colaboração entre centros especializados para melhorar o acesso ao diagnóstico e à qualidade de vida dessa população.