Uma forte massa de ar frio atinge o Centro-sul do Brasil, causando quedas recordes de temperatura e chuvas intensas em várias capitais. Urupema (SC) registrou -0,2°C, enquanto São Paulo e outras cidades enfrentam mínimas históricas.

A passagem de uma forte massa de ar frio pelo Centro-sul do Brasil resultou em quedas recordes de temperatura e chuvas intensas em várias capitais neste fim de semana. A previsão indica que a frente fria deve se intensificar, levando as mínimas a cair ainda mais em grandes cidades como São Paulo, conforme informações da Climatempo. Os estados do Sul são os mais impactados, mas regiões do Centro-oeste e Sudeste também estão registrando temperaturas significativamente mais baixas.
Em áreas elevadas da serra catarinense, a temperatura caiu abaixo de 0°C, com o município de Urupema (SC) registrando a mínima de -0,2°C, segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). Este é o primeiro registro de temperatura negativa no Brasil em 2025, estabelecendo um novo recorde de frio para o ano. Outras regiões do Sul também enfrentaram geadas, com camadas de gelo observadas na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai.
A capital paulista também quebrou o recorde de frio do ano, com a temperatura mínima caindo para 14°C, superando a marca anterior de 16,2°C registrada em janeiro. Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre também relataram as menores temperaturas do ano até agora, com mínimas de 12,4°C, 16°C e 12,5°C, respectivamente. Essas condições climáticas extremas têm gerado preocupações em relação ao impacto na agricultura e na saúde pública.
No estado do Rio de Janeiro, a frente fria trouxe chuvas "excepcionais", especialmente na região serrana, onde cidades como Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis devem enfrentar acumulados de chuva entre 250 e 350 milímetros. As chuvas causaram enchentes, alagamentos e deslizamentos de terra, aumentando a necessidade de atenção e suporte às comunidades afetadas.
Enquanto isso, no Norte e Nordeste do Brasil, as temperaturas permanecem elevadas, com máximas de pelo menos 30°C em algumas capitais, apesar da previsão de chuvas persistentes. Essa discrepância climática entre as regiões do país destaca a complexidade das condições meteorológicas atuais e a necessidade de estratégias eficazes para lidar com os efeitos das mudanças climáticas.
Diante desse cenário, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar as comunidades afetadas por esses eventos climáticos extremos. A união em torno de iniciativas que visem ajudar as vítimas e promover projetos sociais pode fazer uma diferença significativa na recuperação e resiliência dessas populações. Juntos, podemos contribuir para um futuro mais seguro e solidário.

Ministério da Integração reconhece emergência em 13 cidades do Rio Grande do Sul, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil. Situação crítica com 167 emergências vigentes.

O Lago Paranoá, em Brasília, enfrenta um aumento alarmante de afogamentos, levando o Corpo de Bombeiros a intensificar a segurança aquática com novos postos de guarda-vidas e treinamentos. A medida visa proteger banhistas e reduzir riscos, especialmente em áreas movimentadas como a Ponte JK.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em cinco cidades do Amazonas devido a inundações, permitindo acesso a recursos federais para ajuda humanitária. As prefeituras podem solicitar apoio para ações de defesa civil, como distribuição de alimentos e kits de limpeza. O estado já possui 27 reconhecimentos vigentes, a maioria por inundações.

Alerta de tempestade do Inmet para o Rio de Janeiro prevê chuvas intensas e ventos fortes, com risco de deslizamentos e alagamentos em todos os municípios fluminenses.

Ministério da Integração libera R$ 1 milhão para cinco cidades do Rio Grande do Sul. A medida visa apoiar a recuperação de municípios afetados por desastres naturais, com valores específicos para cada localidade.

- O MPT resgatou 59 trabalhadores em condições análogas à escravidão na Paraíba. - Inspeções revelaram condições degradantes em cinco das sete obras fiscalizadas. - Trabalhadores viviam em alojamentos improvisados, sem ventilação e higiene. - Quatro empresas foram responsabilizadas, totalizando 494 mil reais em indenizações. - MPT cadastrou trabalhadores para seguro-desemprego por três meses.