Nesta sexta-feira (20), estreia "Fruto desse chão", música do rapper Renan Inquérito com o Mundo Bita e Enok Virgulino, que alerta sobre queimadas de forma lúdica. O clipe, em stop motion, traz personagens icônicos e promove a conscientização ambiental.

Nesta sexta-feira, 20 de outubro, às 12h, estreia a música "Fruto desse chão", uma colaboração entre o rapper Renan Inquérito, conhecido pelo projeto infantil ABRAKBÇA, o Mundo Bita e o sanfoneiro Enok Virgulino, um dos principais nomes do forró pé-de-serra. A canção, que combina rap, forró e poesia, tem como objetivo alertar as crianças sobre os riscos das queimadas de forma lúdica.
O clipe da música é uma atração à parte, sendo produzido inteiramente em massinha com a técnica de stop motion, a mesma utilizada em clássicos como Fuga das Galinhas e Wallace e Gromit. Dirigido por Carlon Hardt, o vídeo apresenta personagens icônicos como Bita e o MC Mágico, além de uma nuvem sanfoneira que é comandada por Enok Virgulino, todos envolvidos em uma missão de salvar a floresta em um cenário festivo de clima junino.
O refrão da música traz uma mensagem clara: “Fogueira é bom, mas só em São João, queimada não é brincadeira não!”. Essa frase destaca a importância de conscientizar as crianças sobre a diferença entre celebrações tradicionais e os perigos das queimadas, que podem causar danos irreparáveis ao meio ambiente.
Renan Inquérito, que já tem um histórico de projetos voltados para o público jovem, reforça a relevância de abordar temas sérios de maneira acessível e divertida. A música e o clipe são ferramentas educativas que visam não apenas entreter, mas também informar e formar uma nova geração mais consciente sobre questões ambientais.
Com a combinação de ritmos e a estética inovadora do clipe, a produção promete engajar tanto crianças quanto adultos, estimulando diálogos sobre a preservação ambiental. A união de diferentes estilos musicais enriquece a proposta e amplia o alcance da mensagem.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas e divulgadas, pois têm o potencial de impactar positivamente a sociedade. A mobilização em torno de projetos culturais e educativos é fundamental para fortalecer a conscientização sobre questões ambientais e sociais. Juntos, podemos fazer a diferença e promover ações que beneficiem a comunidade e o meio ambiente.

A libertação de MC Poze do Rodo marca um novo capítulo de resistência da juventude periférica, que desafia estereótipos e busca reconhecimento em um Brasil que se recusa a ser invisível. A trajetória do artista simboliza um movimento coletivo de empoderamento e construção de identidade, evidenciando a desigualdade e a violência enfrentadas nas favelas. A cobertura midiática, focada em humilhações, ignora a complexidade da realidade, enquanto a juventude se afirma como protagonista de sua própria história.

O novo governo dos EUA revogou medidas de diversidade e inclusão, levando empresas a reduzir programas de DEI, enquanto Médicos Sem Fronteiras intensifica suas iniciativas inclusivas. Essa mudança pode comprometer a inovação e a credibilidade no setor.

Os pagamentos do Bolsa Família de junho de 2025 estão sendo finalizados hoje, 27 de junho, com novos benefícios e valores para famílias de baixa renda. O cronograma de repasses segue a ordem do dígito final do NIS.

Artistas expõem a realidade do rio Pinheiros na mostra "Águas Abertas", no parque Bruno Covas, com obras que criticam a desigualdade social e a poluição na região. A intervenção de Cinthia Marcelle e Lenora de Barros destaca a urgência de ações sociais e ambientais.

Durante o 53º Festival de Cinema de Gramado, o secretário do Ministério da Cultura, Márcio Tavares, anunciou um edital de R$ 60 milhões para a comercialização de filmes nacionais, destacando a necessidade de regulamentação do streaming. A proposta, que já passou pelo Senado, enfrenta resistência na Câmara, especialmente em relação às alíquotas e à pressão de grandes empresas. Tavares enfatizou que a aprovação da regulamentação é crucial para o fortalecimento do setor audiovisual no Brasil.

Roman Krznaric lança "História para o Amanhã", abordando crises globais do século 21 e defendendo novos modelos econômicos. O filósofo destaca a importância de movimentos sociais disruptivos para mudanças urgentes.