A Universidade Federal do Ceará homenageou Bergson Gurjão Farias com um diploma post mortem e inaugurou o Espaço Cultural em sua memória, celebrando seu legado na luta contra a ditadura militar.

A Universidade Federal do Ceará (UFC) conferiu, no dia 16 de maio de 2024, o título de graduação post mortem a Bergson Gurjão Farias, um destacado líder estudantil que foi assassinado pela ditadura militar em 1972. A escolha da data coincide com a véspera do aniversário de Bergson, que foi um importante ativista na década de 1960, ocupando cargos como vice-presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e diretor do Centro Acadêmico dos Institutos de Ciências da UFC.
Durante o regime militar, Bergson teve sua matrícula no curso de Química cassada devido à sua militância no Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Ele participou da Guerrilha do Araguaia e, em maio de 1972, aos 25 anos, foi encontrado morto pelo Exército, sendo inicialmente declarado desaparecido. Sua irmã, Ielnia, de 79 anos, recorda a dor da perda, mas ressalta que a escolha de Bergson foi consciente e refletia seu idealismo e consciência cívica.
Os restos mortais de Bergson foram localizados na década de 1990 na região do Araguaia, no Pará, e identificados por meio de exame de DNA. Em 6 de outubro de 2009, seus restos foram transferidos para Fortaleza com honras de Estado, onde foi velado na Reitoria da UFC e sepultado no cemitério Parque da Paz, ao lado de seu pai. A perda de Bergson também impactou sua família, com sua mãe, Luiza Gurjão Farias, falecendo quatro meses após o sepultamento do filho.
Além do título post mortem, Bergson já recebeu outras homenagens na UFC. Em dezembro de 2024, durante a celebração dos 70 anos da universidade, foi inaugurado o Espaço Cultural Bergson Gurjão Farias, que apresenta a exposição “Sementes de Lutas: aqui está presente o movimento estudantil!”. A UFC também entregou o Termo de Reconciliação Histórica a ex-militantes do movimento estudantil que enfrentaram perseguições durante a ditadura.
Essas iniciativas visam reconhecer e valorizar a luta dos estudantes e militantes que enfrentaram a repressão, promovendo um espaço de memória e reflexão sobre o passado. A homenagem a Bergson é um passo importante para a construção de uma narrativa mais justa e inclusiva da história do Brasil, especialmente em relação aos direitos humanos e à liberdade de expressão.
Em momentos como este, é fundamental que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que preservem a memória e promovam a justiça social. Projetos que visam resgatar a história e apoiar vítimas de repressão podem ser fundamentais para a construção de um futuro mais justo e igualitário.

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