Cecília, uma paulistana da zona leste, alimenta aves em seu quintal diariamente, atraindo cerca de oitenta psitacídeos. Sua rotina, compartilhada nas redes sociais, impacta positivamente milhares de seguidores.

Todos os dias, às 5h30 da manhã, Cecília, uma paulistana da zona leste de São Paulo, inicia sua rotina de alimentar aves em seu quintal. Com um cardápio que inclui frutas e sementes, ela prepara um verdadeiro banquete para seus visitantes. Às 6h30, cerca de oitenta aves, incluindo maritacas, maracanãs e periquitos-ricos, chegam para se alimentar. Cecília, que carinhosamente chama esses pássaros de "verdinhos", observa a interação deles em sua varanda.
A prática de alimentar aves começou há mais de três anos, quando Cecília decidiu colocar água e sementes no quintal. Desde então, a diversidade de espécies aumentou, incluindo bem-te-vis e sabiás-laranjeira. Com o tempo, ela passou a oferecer frutas na janela da lavanderia e, posteriormente, na varanda, onde o espaço é maior.
Atualmente, Cecília compartilha sua rotina nas redes sociais, onde realiza transmissões ao vivo e posta vídeos e fotos dos pássaros. Com mais de trinta mil seguidores, suas interações têm impactado positivamente a vida de muitas pessoas. Ela recebe mensagens de seguidores que relatam como os vídeos trazem paz e alegria, especialmente para aqueles que enfrentam dificuldades emocionais.
Entre os relatos, destaca-se o de uma idosa que assiste às lives diariamente com sua filha, buscando conforto em meio ao princípio de Alzheimer. Cecília expressa sua felicidade ao saber que suas transmissões ajudam a trazer um pouco de luz para a vida dessas pessoas.
Além do café da manhã, Cecília também repõe a comida no final da tarde, atraindo novamente os pássaros. Ela observa que, durante o inverno, o número de aves aumenta, possivelmente devido à escassez de frutos nas árvores da cidade. A aproximação com os psitacídeos se intensificou ao longo do tempo, permitindo que ela reconheça e nomeie algumas aves, como "pouca-pena" e "pirulito".
A história de Cecília é um exemplo de como pequenas ações podem gerar grandes impactos. Projetos que promovem a interação com a natureza e o bem-estar emocional devem ser incentivados pela sociedade. A união em torno de iniciativas como a de Cecília pode ajudar a criar um ambiente mais acolhedor e saudável para todos.

Em 2023, 39% das mortes no trânsito no Brasil foram de motociclistas, levando o governo a lançar o Programa Nacional de Segurança de Motociclistas, focado em educação e fiscalização. A iniciativa busca reduzir acidentes, especialmente em São Paulo, onde os óbitos aumentaram 45% na última década.

A Zózima Trupe estreia em 2025 "A (Ré)tomada da Palavra ou A Mulher que Não se Vê", abordando a exclusão de mulheres negras com deficiência no transporte público. A peça homenageia Rosa Parks e Flávia Diniz, destacando opressões contemporâneas. Com dramaturgia de Shaira Mana Josy e Piê Souza, e direção de Anderson Maurício, o espetáculo critica a crueldade do sistema capitalista. A programação gratuita ocorrerá em locais públicos, reafirmando o compromisso da trupe com a arte inclusiva e provocativa.

O senador Dr. Hiran propõe proibir o jogo do tigrinho nas apostas de quota fixa, visando combater a lavagem de dinheiro e destinar recursos ao tratamento da ludopatia no SUS. A medida surge em meio a debates sobre a legalidade das apostas no Brasil.

O Instituto Apontar, referência no desenvolvimento de jovens com altas habilidades, expande sua atuação para outras regiões do Brasil, ampliando seu impacto social na educação. A instituição, que já atende 800 jovens no Rio de Janeiro, combina educação de excelência, apoio psicossocial e experiências culturais, contando com parcerias estratégicas para sustentar seu trabalho transformador.

Tecnologia avança nas forças de segurança do Distrito Federal, com sistemas como Planus e Nexus, além de drones e inteligência artificial, melhorando a identificação de foragidos e a resposta a emergências.

O palacete do Parque Lage, no Rio de Janeiro, iniciará sua primeira reforma em quase cem anos, visando melhorias estruturais e de acessibilidade, enquanto a Escola de Artes Visuais restringirá o acesso turístico durante a semana. As obras, com custo de R$ 21,4 milhões, devem ser concluídas até junho de 2026 e incluem a recuperação do edifício histórico e a criação de novas salas de aula. O restaurante será fechado e a visitação será discutida com a comunidade.