Vinte e dois militares do Exército Brasileiro se formaram no curso de Serralheiro, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF), capacitando-os para o mercado da construção civil. A cerimônia de entrega dos certificados ocorreu em 18 de junho, destacando a parceria entre Senai, o Exército e o Sinduscon-DF, que visa facilitar a transição dos militares para a vida civil. Com mais de 2,6 mil formados desde 2016, a iniciativa reforça a empregabilidade no setor.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF) formou recentemente 22 militares do Exército Brasileiro no curso de Serralheiro. A cerimônia de entrega dos certificados ocorreu em 18 de junho, no Centro de Formação Profissional Sinduscon/Senai, onde os alunos aprenderam técnicas de corte, soldagem e montagem de estruturas metálicas. O curso, com carga horária de 160 horas, foi realizado em maio e junho e visa facilitar a inserção dos formandos no mercado de trabalho.
Durante a formatura, o diretor regional do Senai-DF, Marco Secco, destacou a importância da parceria com o Exército e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon). Ele afirmou que a iniciativa atende à demanda do setor produtivo por profissionais qualificados. O projeto busca preparar os militares que estão prestes a se desligar das Forças Armadas para uma transição mais segura à vida civil.
Os formandos adquiriram habilidades práticas e teóricas essenciais para atuar como serralheiros. O coronel Carlos Mello, chefe da Seção de Coordenação de Cursos da Base Administrativa do Quartel-General do Exército, enfatizou a importância da educação e da integração entre as instituições para garantir oportunidades aos militares. Desde 2016, mais de 2,6 mil militares foram capacitados em parceria com o programa Soldado Cidadão.
O presidente do Sinduscon-DF, Adalberto Valadão Júnior, também elogiou a formação dos novos profissionais, ressaltando que o setor da construção civil é um dos que mais emprega na região. Ele incentivou os formandos a aproveitarem as oportunidades que surgirão, destacando o compromisso das entidades envolvidas em apoiar a inserção desses trabalhadores no mercado.
Um dos formandos, o cabo Vinícius Dias, que já possui experiência na área, expressou sua satisfação com o curso. Ele mencionou que o certificado será um diferencial na busca por emprego após sua saída do Exército. Vinícius já havia realizado outros cursos no Senai-DF, demonstrando seu empenho em se qualificar para o mercado de trabalho.
Iniciativas como essa são fundamentais para promover a capacitação e a reintegração de militares ao mercado. A união de esforços entre instituições pode gerar um impacto significativo na vida de muitos, criando oportunidades e melhorando a empregabilidade. Projetos que visam apoiar a formação e a qualificação profissional merecem ser incentivados pela sociedade civil.

Instituto Reação, fundado por Flávio Canto, completa 22 anos com reestruturação e reforma na Rocinha, ampliando atendimento e atividades para formar transformadores sociais.

Marcelo Leite participou de um estudo clínico sobre DMT, extraído da jurema-preta, destacando seu potencial antidepressivo e a busca por integrar substâncias psicoativas no SUS. A pesquisa visa oferecer novas alternativas para o tratamento da depressão.

Milton dos Santos lança livro sobre práticas ESG para pequenas e médias empresas, alertando sobre riscos de não adoção e discutindo casos de assédio em ambientes corporativos. A urgência da mudança é evidente.

Ju Santos, cantora trans de Natal, brilha em pocket show em São Paulo e se prepara para seu álbum de estreia. Com shows agendados, ela é a primeira mulher trans a se apresentar com a Banda Mantiqueira.

O documentário "Pele de Vidro", de Denise Zmekhol, reflete sobre o desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida em 2018, abordando a tragédia e a crise habitacional em São Paulo. A obra será exibida na Mostra Cinema Urbana em Brasília.

Coletivo Passarema, formado por Davi Melo, Sabiá Canuto e Fernando Chaflera, traz a arte de cordel ao DF com mais de 50 obras que retratam o Cerrado e promovem oficinas culturais. O grupo, que se destaca por suas narrativas únicas, busca resgatar a tradição nordestina e engajar a comunidade em eventos interativos, ampliando a apreciação dessa forma de arte.