O projeto Manas Digitais, da UFPA, promove a inclusão feminina na tecnologia, agora com a TacaCode Hub, que oferece educação corporativa e mantém foco em mulheres de baixa renda. A iniciativa já formou diversas profissionais na área.

A iniciativa Manas Digitais, criada por professoras da Universidade Federal do Pará (UFPA), visa aumentar a presença feminina na tecnologia, oferecendo capacitação e conexão com o mercado de trabalho. Recentemente, o projeto ampliou suas parcerias e lançou a TacaCode Hub, focando na educação corporativa para empresas que buscam diversidade, sem perder o compromisso social com mulheres de baixa renda.
A distância do polo tecnológico Sul-Sudeste e a baixa presença feminina na área têm gerado desafios para mulheres como Ana Vitória Bacelar, que se sentiu pessimista em relação ao mercado de trabalho. Ela, que era uma das quatro mulheres em uma turma de quarenta alunos de ciência da computação, encontrou no projeto Manas Digitais uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento profissional. Ana Vitória, hoje designer de produto em São Paulo, também atua como voluntária no projeto, ajudando novas alunas a seguir o mesmo caminho.
O projeto surgiu da preocupação das professoras Danielle Costa, Gabriela Rodrigues, Márcia Homci e Regiane Kawasaki com o baixo número de mulheres nos cursos de computação. Após serem selecionadas em um edital do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o programa começou com oficinas em cinco escolas públicas de Ananindeua, Pará. Com o crescimento da visibilidade nas redes sociais, o projeto recebeu convites de todo o país.
Em 2021, o PicPay firmou parceria com as Manas Digitais para capacitar vinte mulheres como desenvolvedoras mobile para Android, resultando em quase todas as participantes conseguindo emprego na área. Nos anos seguintes, novas parcerias foram estabelecidas com empresas como Banco Carrefour e a escola de tecnologia Alura, ampliando as oportunidades para as alunas. Danielle Costa destaca que o diferencial do projeto é a grade curricular flexível e a mentoria individualizada, adaptando a experiência de aprendizado às necessidades de cada aluna.
Em 2023, as Manas Digitais foram selecionadas pelo BNDES Garagem, o que possibilitou a estruturação da TacaCode Hub, que oferece educação corporativa sob demanda. O projeto continua a priorizar mulheres de baixa renda e contextos vulneráveis, com parcerias que visam expandir o acesso à tecnologia na Amazônia. Danielle enfatiza a importância de mostrar que a tecnologia também pertence a essas comunidades, incentivando a presença feminina nesse setor.
Melissa Cordeiro, que atuou como designer no Manas Digitais, também se beneficiou do projeto, que a ajudou a se consolidar profissionalmente. Ela participou de iniciativas que ensinam programação para crianças e incentivam meninas a ingressar em áreas de exatas. A experiência adquirida no projeto foi fundamental para sua especialização e para a construção de um portfólio que a levou a uma vaga em Curitiba. Projetos como o Manas Digitais precisam do apoio da sociedade civil para continuar transformando vidas e promovendo a inclusão no setor tecnológico.

O Banco do Brasil deve entregar até 30 de junho um relatório ao Ministério Público Federal sobre 114 iniciativas de reparação histórica e igualdade racial, incluindo a linha de crédito FCO Quilombo. A reunião recente destacou avanços e a necessidade de maior reconhecimento do papel do banco na escravidão, com novas discussões programadas para aprofundar ações concretas e comunicação transparente.

Vânia Borges de Carvalho, pedagoga que perdeu a família em um acidente em 2010, lançou um livro e realiza palestras sobre superação e esperança após a tragédia. Sua história inspira muitos.

O Supremo Tribunal Federal determinou que o governo do Rio de Janeiro elabore um plano de reocupação de áreas dominadas pelo crime, enquanto Prefeitura e governo estadual firmam acordo para revitalizar o sistema de trens.

O CIEP Presidente Agostinho Neto, no Humaitá, receberá o Mural da Educação Carioca, uma obra de 150 metros de largura por 6 de altura, da artista RafaMon, promovendo a valorização educacional no Rio.

Durante o feriado da Semana Santa, o programa "Lazer Para Todos" do GDF atraiu 30.400 visitantes ao Zoológico e 9.569 ao Jardim Botânico, promovendo educação ambiental. O acesso gratuito, que se estendeu de quinta a segunda-feira, incentivou famílias e turistas a explorarem os espaços ao ar livre de Brasília. O diretor-presidente do Zoológico destacou a importância da iniciativa para a conservação das espécies ameaçadas.

No Estadão Summit ESG 2025, especialistas enfatizaram que a diversidade nas empresas só traz resultados quando acompanhada de inclusão, destacando a resistência a essas práticas em várias regiões. Cris Kerr, CEO da CKZ Diversidade, ressaltou que um ambiente seguro é crucial para a inovação. Aline Nascimento e Tom Mendes abordaram a importância de considerar a diversidade no desenvolvimento de produtos, enquanto José Renato Nalini alertou sobre a emergência climática em São Paulo.