A Escadaria Selarón, ícone turístico do Rio de Janeiro, será reurbanizada para melhorar o acesso de visitantes, com investimento de R$ 1,9 milhão e duração de seis meses. O projeto inclui nivelamento de calçadas e reorganização do trânsito.

Um dos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro, a Escadaria Selarón, localizada na Lapa, passará por uma reurbanização em seu entorno. O objetivo é facilitar o acesso dos visitantes, com melhorias no trânsito e nas calçadas. O projeto, que custará R$ 1,9 milhão, deve ser concluído em seis meses. A escolha do responsável pela obra ocorrerá no próximo mês, por meio de concorrência pública.
As intervenções incluem a reorganização do trânsito e o nivelamento das calçadas nas ruas Joaquim Silva, Visconde de Maranguape e Teotônio Regadas, que dão acesso à escadaria. O secretário municipal de Infraestrutura, Wanderson Nogueira, destacou que a proposta visa eliminar desníveis que causam acidentes com pedestres. A rua Teotônio Regadas será transformada em uma via de serviço para melhorar a circulação do público.
O projeto foi submetido ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), pois envolve mudanças na rua Joaquim Silva, que é tombada. O calçamento atual, em paralelepípedos, será substituído por piso intertravado de concreto. As vans de turismo continuarão a operar na via, mas um novo ponto de embarque e desembarque será criado na rua Visconde de Maranguape.
A calçada em pedra portuguesa da rua Joaquim Silva será preservada, com a recuperação de trechos danificados e a padronização das pedras na cor branca. A proposta gerou opiniões divergentes entre guias turísticos. Marcelo Correa, um dos guias, elogiou a ideia de transformar a Teotônio Regadas em uma via de serviço, ressaltando a importância de um acesso seguro para os turistas.
Por outro lado, o guia e historiador Marco Antônio Viggiani se opõe às mudanças, defendendo a preservação do caráter histórico do bairro da Lapa. A gerente de suprimentos Renata Pereira da Costa, que visita o Rio frequentemente, também comentou sobre a necessidade de melhorias na acessibilidade, destacando que a escadaria é um patrimônio histórico que deve ser protegido.
A secretária municipal de Turismo, Daniela Maia, propôs a reforma após ouvir turistas e frequentadores sobre os problemas de infraestrutura na área. Ela afirmou que a Escadaria Selarón se tornou um dos principais ativos turísticos da cidade, justificando assim as obras. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que melhorem a infraestrutura e a acessibilidade em locais históricos como este.

Silvana Pires, executiva de RH, destaca a urgência de integrar inteligência artificial e sustentabilidade nas empresas, enfatizando a formação de novas competências para enfrentar a crise climática.

O Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) reformulou seu modelo de visitas, permitindo acesso direto aos pacientes e introduzindo visitas pet, resultando em mais de 50 visitas na primeira semana. A mudança visa fortalecer vínculos familiares e proporcionar suporte emocional.

Bebê recém-nascida foi encontrada abandonada em Belford Roxo, Rio de Janeiro. Resgatada por moradora, está estável na UTI neonatal enquanto polícia investiga o caso.

O governador Tarcísio de Freitas lançou o programa Trampolim, que conecta empresas a trabalhadores, e sancionou o SuperAção, que oferece auxílio a famílias vulneráveis, visando fortalecer sua imagem política.

Eduardo Suplicy destaca a importância da Renda Básica de Cidadania (RBC) no Brasil e anuncia o 24º Congresso Internacional da Renda Básica e Economia Solidária, que ocorrerá no Rio de Janeiro a partir de 25 de agosto. O evento reunirá especialistas globais para discutir experiências bem-sucedidas, incluindo iniciativas em Maricá e Niterói, que têm promovido a inclusão social e o desenvolvimento econômico local.

O pediatra Daniel Becker alerta sobre os danos do uso excessivo de telas na infância e adolescência, defendendo a regulamentação das redes sociais e propondo soluções práticas para os pais. Becker destaca a importância de experiências reais para o desenvolvimento infantil, alertando que as telas afastam as crianças do mundo real e expõem-nas a conteúdos prejudiciais.