O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs a regulação das redes sociais em discurso no Mato Grosso, destacando casos de bullying e anunciando um investimento de R$ 42,8 milhões em recuperação agrícola.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu neste sábado a regulação das plataformas responsáveis pelas redes sociais durante um discurso em Mato Grosso. Ele enfatizou a necessidade de discutir com o Congresso Nacional a responsabilidade dessas empresas, afirmando que "não é possível que tudo tenha controle menos as empresas de aplicativos". Lula abordou a importância de combater a desinformação, mencionando a proibição da entrada de celulares em escolas e citando um caso de bullying que se espalhou pelas redes sociais.
O discurso ocorreu durante a cerimônia de lançamento do programa de recuperação de áreas agrícolas degradadas na cidade de Campo Verde, que conta com um investimento de R$ 42,8 milhões do governo. O programa, denominado Solo Vivo, visa melhorar a qualidade do solo e aumentar a produtividade das lavouras, beneficiando dez assentamentos do estado e focando na agricultura familiar.
O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, foi brevemente vaiado ao ser chamado para falar. Durante seu discurso, ele enfrentou mais três vaias, uma delas ao relembrar um episódio em que foi vaiado por agricultores no início de seu mandato. As vaias também ocorreram quando Mendes mencionou a transferência de recursos para agricultores familiares, utilizando verbas de grandes produtores.
A proposta de regulação das redes sociais se alinha a um esforço maior do governo para enfrentar a desinformação e proteger os cidadãos, especialmente os jovens, que são os mais afetados por casos de bullying e fake news. Lula destacou que a responsabilidade deve ser compartilhada entre o governo e as plataformas digitais, que têm um papel crucial na disseminação de informações.
A iniciativa de recuperação agrícola, além de promover a sustentabilidade, busca fortalecer a economia local e apoiar os pequenos produtores, que enfrentam desafios significativos. O investimento de R$ 42,8 milhões é um passo importante para revitalizar áreas que sofreram degradação e garantir a segurança alimentar.
Em um cenário onde a desinformação e o bullying nas redes sociais se tornam cada vez mais preocupantes, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar projetos que visem a educação e a conscientização. Iniciativas que promovam a recuperação de áreas agrícolas e a proteção dos jovens devem ser estimuladas, mostrando que a colaboração pode fazer a diferença na construção de um futuro melhor.

A Who Gives A Crap, empresa australiana de papel higiênico ecológico, diversificou sua linha com sacos de lixo compostáveis e viu sua receita no Reino Unido crescer para £ 38,7 milhões em 2023. A marca doa 50% dos lucros para projetos de água potável.

No encerramento da Semana de Combate ao Feminicídio, a deputada Paula Belmonte mobilizou jovens de escolas públicas em protesto na CLDF, enfatizando a conscientização sobre violência de gênero. A ação promoveu diálogos e apoio psicológico, visando um futuro sem feminicídio.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Câmara lançará a campanha "Xô Capacitismo" na próxima terça-feira, com apoio de Xuxa Meneghel, para combater preconceitos e discriminação.

O grafite no Distrito Federal se destaca como expressão cultural, com artistas como Iasmim Kali e Travis Bomb promovendo identidade e crítica social. A arte urbana transforma espaços e gera inclusão.

A Hebraica Rio, clube de Laranjeiras, lançou uma turma de tênis de mesa para alunos com Parkinson, já com dois inscritos, ampliando o acesso à modalidade em um contexto de crescente popularidade.

Milton dos Santos lança livro sobre práticas ESG para pequenas e médias empresas, alertando sobre riscos de não adoção e discutindo casos de assédio em ambientes corporativos. A urgência da mudança é evidente.