Lalau e Laurabeatriz celebram trinta anos de parceria com o lançamento dos livros "Abissais" e "Vovôs e Vovós da Floresta", além de uma exposição em São Paulo com ilustrações originais e uma oficina gratuita.

Lalau e Laurabeatriz, uma renomada dupla de autores da literatura infantojuvenil brasileira, está celebrando trinta anos de parceria com o lançamento de dois novos livros: Abissais e Vovôs e Vovós da Floresta. Além disso, eles inauguraram uma exposição em São Paulo, que apresenta ilustrações originais e oferece uma oficina gratuita, destacando a importância da fauna nativa em suas obras.
Historicamente, ao serem questionadas sobre animais, muitas crianças mencionavam espécies de savanas africanas. Contudo, essa realidade tem mudado gradualmente, em parte devido ao trabalho de Lalau e Laurabeatriz, que têm promovido a fauna brasileira em suas publicações. Ao longo de três décadas, a dupla lançou cerca de setenta títulos, incluindo a famosa série Brasileirinhos, que agora é publicada pela Companhia das Letras.
O livro Abissais, publicado pela editora Peirópolis, leva os leitores a uma jornada pelos oceanos, apresentando criaturas como o tubarão-charuto e a lula-vampira. Lalau utiliza a poesia para descrever esse universo subaquático, enquanto Laurabeatriz traz ilustrações vibrantes que capturam a diversidade das espécies marinhas. A obra destaca a possibilidade de vida e luz mesmo nas profundezas escuras do mar.
Por outro lado, Vovôs e Vovós da Floresta, lançado pela FTD, aborda o envelhecimento e questões ambientais. Lalau escreve sobre a vida de animais idosos, como a capivara, refletindo sobre a memória e a locomoção. A obra não apenas retrata a fauna, mas também provoca reflexões sobre as relações familiares e o tratamento dos idosos na sociedade.
A exposição Refloresta - 30 anos de Lalau e Laurabeatriz está em cartaz na Galeria Página, em São Paulo, até 14 de junho. Com curadoria de Renata Nakano, a mostra apresenta ilustrações originais e permite a compra de reproduções. No dia 24, a dupla realizará uma oficina gratuita de desenho e poesia, promovendo uma interação direta com o público.
Iniciativas como essas são fundamentais para a valorização da literatura infantojuvenil e da fauna brasileira. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para projetos que promovam a educação ambiental e a literatura, contribuindo para um futuro mais consciente e respeitoso com a natureza e com os mais velhos.

Ricardo Mello Araújo assume interinamente a prefeitura de São Paulo enquanto Ricardo Nunes viaja. Ele se envolve com usuários de drogas, buscando moradia e emprego.

Durante o RH Summit 2025, Carolina Ignarra, CEO da Talento Incluir, enfatizou que a inclusão de pessoas com deficiência vai além da contratação, exigindo dignidade e oportunidades reais de crescimento. A consultoria já ajudou mais de 9 mil profissionais, mas a desigualdade persiste.

Kyem Ferreiro, ativista trans negro, superou desafios na infância e se destacou em São Paulo, coordenando o IBRAT e co-idealizando a Marcha Transmasculina, que mobilizou milhares em prol dos direitos trans.

Milena, a primeira personagem negra de destaque da Turma da Mônica, protagoniza "Milena e o Pássaro Antigo", escrito por Eliana Alves Cruz, abordando ancestralidade e pertencimento. A obra reflete um avanço na representatividade e visibilidade de narrativas negras na literatura infantojuvenil.

Felipe Bressanim, conhecido como Felca, gerou repercussão na Câmara dos Deputados com suas denúncias sobre a exploração de crianças nas redes sociais, resultando em propostas de combate à adultização. Após um vídeo que acumulou quase 30 milhões de visualizações, o presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou a pauta de projetos para restringir conteúdos prejudiciais. Felca, que relatou ter recebido ameaças, adotou medidas de segurança, incluindo carro blindado. Ele critica a normalização dos jogos de azar e alerta sobre os riscos que esses representam para os adolescentes.

A FIGIJ e a NASPAG publicaram artigo que desassocia hímen de virgindade, condenando testes de virgindade e defendendo que a avaliação de abuso deve se basear na história da paciente.