A partir de 18 de outubro, o Nordeste implementa o Defesa Civil Alerta, que enviará alertas diretos aos celulares da população sobre desastres naturais, visando salvar vidas. O sistema, que já foi testado em 36 municípios, é parte de uma iniciativa do Governo Federal e será expandido para outras regiões até o final de 2025.
Brasília (DF) - A partir de 18 de outubro, os nove estados do Nordeste do Brasil contarão com o Defesa Civil Alerta, uma nova ferramenta de comunicação emergencial do Governo Federal. Os alertas serão enviados diretamente para os celulares da população, com conteúdo e critérios definidos pelas Defesas Civis estaduais, visando informar e proteger em situações de risco, como alagamentos e deslizamentos de terra.
O lançamento oficial do sistema ocorreu após testes realizados em 14 de outubro, envolvendo 36 municípios das capitais nordestinas. A cerimônia contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, que destacou a importância da ferramenta para salvar vidas, garantindo que os avisos cheguem antes do perigo.
O Defesa Civil Alerta utiliza tecnologia de cell broadcast, enviando mensagens de texto com sons audíveis, mesmo em celulares no modo silencioso. O envio é automático e não requer cadastro, funcionando em aparelhos conectados às redes 4G e 5G nas áreas de risco. Essa iniciativa complementa outros canais de comunicação, como SMS e redes sociais, e segue diretrizes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
A implementação no Nordeste é um passo importante para a nacionalização do sistema. Todos os estados brasileiros foram capacitados para operar o Defesa Civil Alerta, com a expectativa de que o sistema seja lançado nas regiões Norte e Centro-Oeste até o final de 2025. O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, mencionou que técnicos têm realizado treinamentos para garantir a conformidade com os novos protocolos.
Essa ferramenta representa um compromisso do Governo Federal com a prevenção de desastres e a proteção da população, especialmente em um cenário de eventos climáticos extremos. A capacidade de resposta das autoridades será ampliada, permitindo uma comunicação mais eficaz em situações de emergência.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos. Projetos que visam apoiar a população em risco e promover a conscientização sobre desastres naturais são essenciais e devem ser incentivados pela sociedade civil.

O cirurgião Sidney Klajner, do Einstein Hospital Israelita, destacou os sete principais desafios da saúde no Brasil para o próximo século, enfatizando a urgência de preparar o sistema para emergências climáticas e tratamentos personalizados.

Célia e Celso, um casal que superou barreiras sociais e familiares, vive uma nova fase em Saquarema, frequentando o Centro Dia, que promove dignidade e atividades para idosos. A história deles é um exemplo de amor e inclusão.

O novo governo dos EUA revogou medidas de diversidade e inclusão, levando empresas a reduzir programas de DEI, enquanto Médicos Sem Fronteiras intensifica suas iniciativas inclusivas. Essa mudança pode comprometer a inovação e a credibilidade no setor.

A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) da Fiocruz foi designada como Centro Colaborador da OPAS e da OMS, focando na atenção primária à saúde. A parceria reforça a excelência da ENSP na formação de profissionais e na produção de políticas públicas.

Wagner Moura e Kléber Mendonça Filho foram premiados no Festival de Cannes 2025, destacando a arte brasileira e a recuperação do setor audiovisual após crises políticas. Thomás Aquino e Marco Ricca ressaltaram a importância desses prêmios para a visibilidade cultural do Brasil, evidenciando um renascimento no cinema nacional após períodos de estagnação.

A CCJ da Câmara dos Deputados aprovou projeto que aumenta penas para aliciamento de menores na internet, com reclusão de um a três anos e multas. A proposta visa proteger crianças após denúncias de exploração nas redes sociais.