O projeto de lei 234/24, que torna a Lei de Incentivo ao Esporte uma política permanente, foi aprovado por unanimidade no Congresso, aumentando a dedução fiscal e fortalecendo iniciativas esportivas no Brasil. A aprovação unânime do projeto representa um marco para o desenvolvimento esportivo, permitindo que o esporte se destaque sem competir com outras áreas e ampliando o apoio a projetos em todo o país.

Recentemente, o Congresso Nacional aprovou de forma unânime o projeto de lei 234/24, que torna a Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) uma política permanente no Brasil. Essa mudança é um marco significativo para o desenvolvimento esportivo no país, permitindo que o esporte seja visto como uma ferramenta de transformação social. O diretor geral do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Emanuel Rego, acompanhou de perto a tramitação da proposta, destacando a colaboração entre deputados e senadores em prol da prática esportiva.
A LIE, implantada em dois mil e sete, já beneficiou mais de quinze milhões de pessoas em todo o Brasil. Em dois mil e vinte e quatro, foram apresentados seis mil seiscentos e sessenta e quatro projetos, dos quais cinquenta e dois por cento têm motivação educacional. Esses números evidenciam a importância da LIE para o desenvolvimento esportivo e social no Brasil, que agora poderá contar com um aumento no percentual de dedução para empresas, passando de dois para três por cento.
Além disso, a nova legislação elimina a concorrência entre o esporte e outras áreas, como cultura e proteção infantil, permitindo que o esporte tenha seu próprio teto de dedução. Essa mudança é crucial para aumentar o número de iniciativas apoiadas pela LIE em todo o país. Com a aprovação da lei, o COB se compromete a liderar a expansão de projetos esportivos, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, onde a presença de iniciativas ainda é baixa.
Emanuel Rego enfatiza que a união entre os poderes legislativo e executivo é uma vitória histórica, que deve ser mantida para que o Brasil se torne uma potência olímpica. Ele ressalta que o desenvolvimento esportivo não acontece da noite para o dia, mas com trabalho contínuo e resiliência. O COB está preparado para transferir conhecimento e capacitação a todos os envolvidos no esporte, promovendo a prática em todas as faixas etárias e modalidades.
O apoio à LIE é fundamental para que novos talentos, como o medalhista Isaquias Queiroz, possam ser descobertos em projetos sociais. A nova gestão do COB tem como lema transformar o Brasil em uma Nação Esportiva, e isso só será possível com a colaboração de todos. A aprovação da LIE permanente é um passo importante, mas é necessário continuar o trabalho para garantir que o esporte chegue a todos os cantos do país.
Essa nova fase da LIE abre portas para que a sociedade civil se mobilize em prol do esporte. Iniciativas que promovem a prática esportiva e a inclusão social podem ser impulsionadas com o apoio da comunidade. A união em torno de projetos que visam o desenvolvimento esportivo pode fazer a diferença na vida de muitos jovens e adultos, contribuindo para um Brasil mais saudável e ativo.

O youtuber Felca denunciou a "adultização infantil", gerando repercussão e levando o deputado Vinicius Cozzolino a protocolar um projeto de lei na Alerj para combater essa prática. A proposta visa proteger crianças e adolescentes, promovendo campanhas educativas e proibindo conteúdos sexualizados. A discussão ganhou força após Felca expor casos de exploração infantil nas redes sociais, com vídeos que alcançaram milhões de visualizações.

O FGV Ibre e a Umane lançaram um painel sobre Atenção Primária à Saúde, revelando avanços na cobertura, mas também alta rotatividade de profissionais e baixa vacinação. A ferramenta visa auxiliar gestores na melhoria da APS.

Solano Ribeiro, produtor e diretor de festivais, alerta que a MPB enfrenta uma crise de visibilidade. Para celebrar os 60 anos do gênero, ele lança o Projeto 60, promovendo novos talentos.

Neste sábado, a Vivelavu promove o evento gratuito “Eu Me Amo”, voltado para adolescentes, abordando educação sexual e autocuidado. A iniciativa visa fortalecer a saúde íntima feminina e o autoconhecimento.

Leis que proíbem produtos ultraprocessados em escolas melhoraram a alimentação de crianças, segundo estudo da Fiocruz e universidades. Cidades com regulamentações apresentaram melhor Índice de Saudabilidade.