O Senado aprovou o Projeto de Lei 234/2024, que revoga a Lei 11.438/06 e estabelece um novo marco para incentivos fiscais ao esporte, permitindo deduções no Imposto de Renda. A proposta, que recebeu 74 votos favoráveis, agora aguarda sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O novo texto unifica as regras para a concessão de benefícios, permitindo que projetos desportivos e paradesportivos recebam recursos, desde que promovam formação esportiva e inclusão social. As deduções no Imposto de Renda são de até 7% para pessoas físicas e 3% para empresas, com limites específicos para projetos voltados à inclusão. A relatora, senadora Leila Barros, destacou a importância do esporte como investimento social.

O Senado aprovou, no dia dezesseis de julho de dois mil e vinte e quatro, o Projeto de Lei 234/2024, que institui um novo marco legal para os incentivos fiscais ao desporto no Brasil. Com a aprovação unânime de setenta e quatro votos, o projeto visa unificar as normas para a concessão de benefícios fiscais por parte da União, estados, Distrito Federal e municípios. Agora, o texto segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
De acordo com a nova legislação, projetos desportivos e paradesportivos poderão captar recursos, desde que atendam a critérios como formação esportiva, excelência esportiva e promoção do esporte para toda a vida. A avaliação das propostas ficará a cargo de uma comissão técnica vinculada ao Ministério do Esporte, no caso de incentivos federais, ou pela administração pública local, para incentivos estaduais e municipais.
As pessoas físicas que contribuírem com iniciativas desportivas poderão deduzir até sete por cento do Imposto de Renda devido. Para as empresas, a dedução será limitada a três por cento. Projetos voltados à inclusão social terão um limite de renúncia fiscal de quatro por cento do IR para empresas que financiarem essas iniciativas, que devem ser realizadas preferencialmente em comunidades vulneráveis.
O projeto também estabelece restrições sobre o uso dos recursos oriundos dos incentivos, proibindo que sejam destinados ao pagamento de remuneração de atletas profissionais. Além disso, fica vedada a utilização dos recursos para beneficiar pessoas ou entidades ligadas aos doadores ou patrocinadores. O controle e a fiscalização dos projetos continuarão sob a responsabilidade do Ministério do Esporte e da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil.
Com a aprovação do novo projeto, a antiga Lei 11.438/06, que regulamentava os incentivos fiscais ao esporte até dois mil e vinte e sete, será revogada. A relatora da proposta, senadora Leila Barros, destacou a importância do esporte como um investimento para a sociedade, ressaltando seu papel na promoção da educação e inclusão social.
Nessa nova fase, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar projetos que promovam o esporte e a inclusão social. A união de esforços pode fazer a diferença na vida de muitos, garantindo que iniciativas valiosas sejam realizadas e beneficiem comunidades em situação de vulnerabilidade.

O Festival de Parintins, que ocorre de 30 de junho a 2 de julho, traz uma competição inovadora entre os bois Caprichoso e Garantido na coleta de assinaturas para um projeto de lei em defesa da Amazônia. Os bois disputam prêmios em dinheiro e acessos VIP ao festival, enquanto buscam mobilizar apoio para a destinação de terras a comunidades indígenas e extrativistas. A iniciativa, que já conta com mais de 300 mil assinaturas, visa alcançar 1,5 milhão até julho.

Jesuíta Barbosa retorna ao teatro com a peça "Sonho Elétrico", após seis anos, em parceria com a Companhia Brasileira de Teatro e o neurocientista Sidarta Ribeiro, abordando crises sociais e ambientais. O espetáculo, que explora sonhos e memórias, destaca a importância da arte como resistência e renovação em tempos difíceis.

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou a expansão da Linha 1 do Metrô-DF, com novas estações e aquisição de trens, visando dobrar a capacidade de transporte em cinco anos. Apesar disso, persiste um déficit de servidores.

O governo do Pará planeja antecipar a operação da Aegea no saneamento de Belém para setembro, visando garantir serviços adequados durante a COP30. A empresa já realiza investimentos na infraestrutura local.

A terceira edição da campanha Páscoa Solidária, promovida pelo GDF, distribuiu 450 cestas básicas e kits de chocolate para crianças em Ceilândia, promovendo alegria e solidariedade.

Assaí Atacadista investe em seu programa de trainee interno desde 2012, promovendo o crescimento profissional de seus colaboradores e reduzindo o turnover a 25%. Mais de 700 funcionários já participaram da iniciativa.