Na formatura do primeiro ciclo de 2025 do Renova-DF, 1.148 alunos se formaram, totalizando 25.067 desde 2021. O programa, que une qualificação profissional e revitalização de espaços públicos, visa combater o desemprego.

Nesta quinta-feira, 24 de abril, ocorreu a formatura de 1.148 alunos do primeiro ciclo de 2025 do programa Renova-DF, no Ginásio de Esportes do Cruzeiro. Desde seu lançamento em 2021, o programa já formou um total de 25.067 pessoas no curso de Auxiliar de Manutenção. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal e executada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF), busca combater o desemprego e qualificar a população local.
O curso, com carga horária de 240 horas e duração aproximada de três meses, oferece aos alunos uma bolsa de um salário mínimo (R$ 1.518) a cada 80 horas de aulas concluídas. Além da qualificação, os alunos aplicam o que aprendem em reformas de espaços públicos, como quadras poliesportivas e praças, revitalizando 91 locais nas diversas regiões administrativas do Distrito Federal.
Durante a cerimônia, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, enfatizou a importância do programa para a recuperação da autoestima dos participantes. “O Renova-DF é um projeto que vai além da capacitação para que as pessoas saiam do desemprego, ele proporciona a recuperação da autoestima”, afirmou. Ele também destacou a continuidade da qualificação com outros cursos gratuitos oferecidos pelo Senai-DF.
Os formandos aprenderam diversas técnicas, incluindo alvenaria, carpintaria, elétrica, hidráulica, jardinagem, pintura e serralheria, além de conteúdos sobre segurança no trabalho e primeiros socorros. A vice-governadora do DF, Celina Leão, e outros representantes do governo também estiveram presentes na cerimônia, que contou com o cadastramento dos formandos na plataforma de vagas de emprego.
Letícia Gomes, de 55 anos, foi uma das formandas e expressou sua esperança de recolocação no mercado de trabalho. “O curso é uma porta para novas possibilidades. De tudo que aprendi, meu interesse está na área de pintura”, disse. A participação de alunos como Letícia demonstra o impacto positivo do programa na vida de pessoas em busca de novas oportunidades.
Iniciativas como o Renova-DF são fundamentais para a construção de um futuro melhor para a comunidade. A união da sociedade civil pode ser um catalisador para apoiar e expandir projetos que promovam a qualificação profissional e a revitalização de espaços públicos, beneficiando a todos. Juntos, podemos transformar realidades e criar novas oportunidades para aqueles que mais precisam.

A UFRJ lançou um edital de cotas para pessoas trans, disponibilizando 24 vagas ociosas. O reitor Roberto Medronho enfatizou o compromisso da universidade com a inclusão e a diversidade.

Rafael Guimarães resgata a Niterói de 1921 em vídeo sonorizado, destacando a importância da preservação da memória histórica e o acesso a acervos digitais públicos. Ele busca despertar reflexões sobre a cidade.

Leonardo Giordano reassume a Câmara Municipal de Niterói, enquanto Júlia Pacheco volta à Secretaria das Culturas, focando em garantir recursos e novos espaços culturais. A mudança visa fortalecer a cultura na cidade.

Pesquisadores da Universidade de Madrid e da Escola Andaluza de Saúde Pública revelaram que vitalidade, sociabilidade e controle sobre decisões são cruciais para a longevidade. O voluntariado e conexões sociais fortalecem a saúde mental e física.

O Complexo Hospitalar de Niterói (CHN) inaugura um novo centro médico com 41 especialidades, incluindo um espaço voltado à saúde da mulher, oferecendo atendimento integrado e moderno. A estrutura visa atender pacientes de diferentes complexidades, promovendo um ecossistema de saúde completo.

Aline Midlej lançou o livro "De Marte à favela", que conecta exploração espacial a projetos de combate à pobreza no Brasil, destacando a dignidade como essencial para a transformação social. A obra, coautoria de Edu Lyra, revela a complexidade das intenções dos patrocinadores e a necessidade de um olhar mais profundo sobre a realidade das comunidades carentes.