O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) liberou R$ 14,5 milhões para 35 municípios afetados por desastres em diversos estados, com critérios técnicos da Defesa Civil Nacional. Os recursos visam apoiar ações emergenciais e são fundamentais para a recuperação das cidades impactadas.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, anunciou nesta quarta-feira (25) a liberação de R$ 14,5 milhões para 35 municípios afetados por desastres em diferentes estados. Os recursos visam apoiar ações de resposta a calamidades, com valores determinados por critérios técnicos da Defesa Civil Nacional.
Os municípios que receberão os repasses estão localizados nos estados de Alagoas, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As portarias com os detalhes dos repasses foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
Entre os municípios beneficiados, destacam-se Berilo (MG) com R$ 348.890,92, Cametá (PA) com R$ 1.257.369,50, e São José do Sul (RS) com R$ 945.212,86. Os valores variam conforme o plano de trabalho apresentado, a magnitude do desastre e o número de desabrigados e desalojados.
Os municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR. As solicitações devem ser feitas através do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), onde a Defesa Civil Nacional avalia as propostas antes da liberação dos recursos.
Além do repasse financeiro, a Defesa Civil Nacional oferece cursos a distância para capacitar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar esses profissionais para responder de forma eficiente a situações de emergência, garantindo uma atuação mais eficaz em desastres futuros.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode fazer a diferença na recuperação das cidades afetadas. A mobilização para apoiar as vítimas dos desastres é fundamental, e iniciativas que promovam a solidariedade podem ajudar a reconstruir vidas e comunidades.

O Atlas da Violência 2025 aponta um aumento de mais de 50% nos casos de violência contra crianças de 0 a 4 anos, evidenciando a falha das políticas públicas e a urgência de ações intersetoriais. Mariana Luz, CEO da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, destaca a necessidade de uma abordagem coletiva para proteger as crianças e critica a ineficácia das políticas atuais.

A Semana Nacional de Controle e Combate à Leishmaniose, de 10 a 16 de agosto, enfatiza a limpeza de ambientes e cuidados com cães para prevenir a doença, que já registrou 27 casos em humanos e 158 em cães.

O governo federal, liderado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, planeja parcerias com o setor privado para eliminar filas no Sistema Único de Saúde, priorizando o tratamento de câncer. A regulamentação deve ser concluída até o fim do ano.

A tecnologia transforma a vida urbana, enfrentando desafios como mobilidade e poluição, com iniciativas como a TIM Smart Lighting e o Parque Global em São Paulo, promovendo eficiência e sustentabilidade.

Meninas na América Latina dedicam quase o dobro do tempo que meninos a tarefas domésticas, revela estudo do Unicef. A Corte Interamericana de Direitos Humanos reconhece o cuidado como um direito a ser garantido.

Tallulah Willis compartilha sua jornada de recuperação da anorexia em post no Instagram, revelando os desafios enfrentados e oferecendo apoio a quem luta contra distúrbios alimentares. Ela destaca a importância de expor sua experiência para conscientizar sobre a saúde mental e emocional.