Squel Jorge, ícone do carnaval carioca, oferecerá oficinas gratuitas de bailado de porta-bandeira em dez locais do Rio de Janeiro, de maio a agosto, focando em mulheres a partir dos 14 anos, especialmente jovens negras e em vulnerabilidade social.

Uma das figuras mais icônicas do carnaval carioca, Squel Jorge, irá oferecer oficinas gratuitas de bailado de porta-bandeira em dez localidades do Rio de Janeiro entre maio e agosto. Com mais de 30 anos de experiência na dança de cortejo, Squel compartilhará seu conhecimento com mulheres a partir dos 14 anos, priorizando jovens negras, pessoas com deficiência e aquelas em situação de vulnerabilidade social.
As oficinas têm como objetivo promover a inclusão e o empoderamento feminino, proporcionando um espaço seguro e acolhedor para as participantes. Squel, que é duas vezes campeã pelo Estação Primeira de Mangueira e atualmente defende a Portela, acredita que a dança é uma forma poderosa de expressão e transformação social.
As aulas ocorrerão em diferentes comunidades do Rio, permitindo que um número significativo de mulheres tenha acesso a essa arte. As inscrições são gratuitas e abertas a todas que desejam aprender e vivenciar a cultura do carnaval. A iniciativa visa não apenas ensinar técnicas de dança, mas também fortalecer a autoestima e a autoconfiança das participantes.
A proposta de Squel Jorge é um reflexo de sua trajetória e compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira. Ao longo de sua carreira, ela conquistou diversos prêmios, incluindo dois Estandartes de Ouro, e agora busca retribuir à comunidade através da educação e da arte.
As oficinas também servirão como uma plataforma para discutir questões sociais e promover a solidariedade entre as participantes. A interação entre mulheres de diferentes origens e histórias pode gerar um ambiente de apoio mútuo e inspiração, essencial para o fortalecimento da comunidade.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas e divulgadas, pois têm o potencial de impactar positivamente a vida de muitas mulheres. A união em torno de projetos sociais e culturais pode fazer a diferença na vida de quem mais precisa, promovendo inclusão e oportunidades para todos.

O Coletivo Noroest estreia "Vértebras Quebradas" em abril de 2025, com dez apresentações em São Paulo e interior, promovendo rodas de conversa e acessibilidade em LIBRAS. O espetáculo explora a resistência de corpos periféricos através da cultura Hip Hop.

O senador Alessandro Vieira apresentou um projeto de lei que destina 50% dos recursos públicos em eventos culturais a artistas locais, visando maior transparência e controle social. A proposta inclui divulgação prévia das contratações e consulta pública, fortalecendo a cultura regional e inibindo abusos no uso do dinheiro público.

O Avistar Brasil, festival de observação de aves, chega à sua 18ª edição de 16 a 18 de maio no Jardim Botânico de São Paulo, com mais de 10 mil participantes e 200 palestras. O evento promove a conservação e a paixão pela avifauna.

Gavião Peixoto (SP) é a cidade com a melhor qualidade de vida do Brasil em 2025, com nota de 73,26 no Índice de Progresso Social Brasil, que revela desafios persistentes no Norte e Nordeste.

A Ambev alcançou em 2024 o menor consumo médio de água em sua história no Brasil, reduzindo mais de 50% em 15 anos, e lançou o programa 100+Labs para apoiar startups com soluções socioambientais.

A Amazônia Legal enfrenta uma alarmante taxa de violência sexual contra crianças e adolescentes, 21,4% acima da média nacional, exigindo políticas urgentes e adaptadas. O estudo do Unicef e do FBSP revela que a região concentra seis dos dez estados com as maiores taxas do Brasil, destacando a necessidade de ações integradas para proteger os jovens vulneráveis.