O projeto Ecoar, que apoia professores de esportes em áreas vulneráveis do Rio de Janeiro, expandirá para 74 núcleos em 18 cidades, beneficiando quase 9 mil alunos até 2025. A iniciativa, idealizada pelo deputado federal Hugo Leal, promove saúde e cidadania por meio de aulas gratuitas, com foco em artes marciais. O embaixador Dudu Dantas destaca a transformação que projetos sociais podem proporcionar na vida de jovens.

O projeto Ecoar, que apoia professores de esportes em áreas vulneráveis do Rio de Janeiro, continua sua expansão. A partir de 1º de agosto, serão inaugurados 21 novos núcleos em 18 cidades, elevando o total para 74 núcleos. A iniciativa visa beneficiar quase nove mil alunos até 2025, oferecendo aulas gratuitas e apoio a educadores que atuam em comunidades carentes.
As cidades que receberão os novos núcleos incluem São Gonçalo, Rio de Janeiro, Paty do Alferes, Três Rios, Levy Gasparian, Itaocara, Bom Jesus do Itabapoana, Miracema, Cordeiro, Campos dos Goytacazes, Valença, Rio das Ostras, Bom Jardim, São José do Vale do Rio Preto e Paraíba do Sul. Teresópolis e Carmo terão dois núcleos cada, enquanto Petrópolis contará com três.
O Ecoar se destaca por apoiar diversas modalidades esportivas, com ênfase em artes marciais. O deputado federal Hugo Leal, idealizador do projeto, ressalta que essas práticas ensinam disciplina, hierarquia e respeito, promovendo saúde e cidadania. O projeto já beneficia mais de sete mil alunos e planeja incluir mais treze núcleos até o final de 2025.
Dudu Dantas, bicampeão mundial de MMA, atua como embaixador do Ecoar, compartilhando sua experiência de vida. Ele enfatiza a importância de projetos sociais, afirmando que sua trajetória foi transformada por uma iniciativa semelhante. Dantas destaca que o esporte vai além do físico, impactando positivamente o futuro de jovens em situação de vulnerabilidade.
Com a expansão, o Ecoar reafirma seu compromisso em transformar vidas por meio do esporte. A iniciativa não apenas oferece aulas, mas também garante salários e materiais para professores que dedicam seu tempo à comunidade. Essa abordagem visa fortalecer o tecido social e proporcionar oportunidades para jovens em áreas carentes.
Projetos como o Ecoar precisam do apoio da sociedade civil para continuar sua missão. A união em torno de causas sociais pode fazer a diferença na vida de muitos jovens, garantindo que mais pessoas tenham acesso a oportunidades que mudam vidas. Juntos, podemos contribuir para um futuro mais justo e igualitário.

A alfabetização científica é crucial, especialmente após a pandemia de Covid-19, onde tratamentos não comprovados foram defendidos. Joe Schwarcz lança "O Surpreendente Mundo da Ciência" no Brasil, promovendo o interesse pela ciência.

O incêndio no Museu Nacional do Brasil gerou doações limitadas, totalizando R$ 1,1 milhão, enquanto a reconstrução custa R$ 100 milhões. O diretor, Alexander Kellner, clama por mais apoio financeiro.

A Flipei 2025, Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, será gratuita e se expandirá para cinco dias, com mais de 200 editoras e 28 debates programados. O evento contará com apoio do ProAC e Lei Rouanet.

A Companhia Mungunzá teve o prazo de desocupação do Teatro de Contêiner prorrogado em 60 dias pela gestão Ricardo Nunes, que também ofereceu um novo terreno e R$ 2,5 milhões em apoio. Após protestos e apoio de artistas, a prefeitura busca revitalizar a área com um projeto habitacional, enquanto a companhia se prepara para a mudança.

Três novas produções teatrais estreiam na Tijuca, abordando temas como inclusão e diversidade. "O menino ao avesso" explora identidade infantil, enquanto "Essa peça tem beijo gay" discute visibilidade LGBTQIAPN+. O musical "Zé Ketti, eu quero matar a saudade!" celebra a memória do compositor negro.

Chico Osório, ex-garimpeiro de Serra Pelada, ainda busca ouro em meio a um lago, enquanto jovens locais preferem educação e turismo a retornar ao garimpo, refletindo uma mudança de mentalidade na região.