A ilha de Combu, em Belém, ganhou notoriedade internacional após a visita do presidente francês Emmanuel Macron em 2024, durante os preparativos para a COP30. A reabertura da agência do Sebrae promete impulsionar a bioeconomia local.

A ilha de Combu, situada em Belém, ganhou destaque internacional em 2024 com a visita do presidente francês Emmanuel Macron. Durante sua estadia, Macron conheceu as fábricas de chocolate orgânico da ilha, acompanhado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A visita ocorreu enquanto a comitiva avaliava a infraestrutura de Belém para a COP30, o maior evento climático da ONU, que será realizado em novembro.
Combu já era conhecida no Brasil por sua produção de chocolates de alta qualidade, atraindo a atenção de chefs renomados como Alex Atala e Roberta Sudbrack. Macron teve a oportunidade de experimentar iguarias locais, como brigadeiros da floresta e chocolates finos, todos elaborados sem conservantes e com cacau orgânico. Essa experiência ressaltou o potencial da ilha como um polo artesanal de cacau, que cresceu de três fábricas no início dos anos 2000 para setenta atualmente.
A proximidade da ilha com a capital, a apenas 1,5 quilômetros, a torna um destino acessível para quem deseja conhecer a vida amazônica, rica em diversidade e patrimônio cultural. A visita de Macron não apenas elevou o perfil da ilha, mas também destacou a importância da sustentabilidade nas práticas agroflorestais de produção de cacau.
Além disso, a reabertura da agência do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em Combu, anunciada recentemente, promete impulsionar ainda mais a bioeconomia local. O diretor-superintendente do Sebrae no Pará, Rubens Magno, afirmou que a nova agência contribuirá para o desenvolvimento sustentável da região, tornando Combu uma referência mundial.
A população local recebeu a notícia com entusiasmo. Izete Costa, conhecida como Dona Nena, proprietária de uma das marcas de chocolate mais famosas da região, destacou que a iniciativa ajudará a seguir um modelo de negócios mais sustentável. A expectativa é que a COP30 aumente a visibilidade da ilha e atraia mais investimentos para a produção local.
Com a crescente demanda por produtos sustentáveis e a valorização da cultura local, iniciativas como a reabertura do Sebrae podem ser fundamentais para o fortalecimento da economia da região. A união da sociedade civil pode ser crucial para apoiar projetos que promovam a sustentabilidade e a valorização do patrimônio cultural, garantindo um futuro próspero para Combu e seus habitantes.

Movimento VapeOFF lança campanha para alertar jovens sobre os riscos dos cigarros eletrônicos, com apoio de mais de 50 instituições, destacando a ameaça à saúde pública. A ação, que coincide com o Dia Mundial sem Tabaco, visa desmascarar a imagem enganosa dos vapes e reforçar a proibição no Brasil.

Grupo de 24 holandeses visita São Leopoldo, em Belford Roxo, e participa de atividades culturais, apoiando projeto que afasta jovens do crime. A troca cultural revela a autenticidade da Baixada Fluminense.

A exposição "Claudia Andujar e seu universo: ciência, sustentabilidade e espiritualidade" estreia no Museu do Amanhã, reunindo 130 obras da artista e 40 de outros criadores. A mostra, parte da Ocupação Esquenta COP, destaca a relação entre arte e questões ambientais, promovendo um diálogo essencial sobre mudanças climáticas.

Leila Pinheiro encantou pacientes do Hospital Sarah Kubitschek com um show emocionante, celebrando saúde e esperança, e homenageando seu amigo Toni Platão, em tratamento após um AVC. A apresentação reforçou a importância da arte na reabilitação.

Após 17 anos de luta judicial, casal da Vila Cruzeiro receberá R$ 500 mil de indenização. A Justiça do Rio de Janeiro determinou a expedição de precatórios para complementar a indenização após ocupação indevida da casa do casal por policiais do Bope.

O Banco do Nordeste, sob a liderança de Paulo Câmara, investirá R$ 21,9 bilhões na agricultura em 2025, com foco em micro e pequenos agricultores e inovações tecnológicas. O programa Agroamigo receberá R$ 9 bilhões, incluindo iniciativas em energia solar e inteligência artificial.