Dez Baianas do Acarajé serão certificadas pela Prefeitura do Rio, garantindo legalidade e segurança em suas atividades. O reconhecimento fortalece a cultura afro-brasileira e assegura direitos.

Dez Baianas do Acarajé que atuam nas ruas do Rio de Janeiro receberão certificação da Prefeitura, em uma cerimônia marcada para a manhã desta quarta-feira, 9 de abril, no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira. Com esse certificado, as baianas poderão solicitar autorização à Secretaria de Ordem Pública para operar legalmente em seus tabuleiros, garantindo assim segurança jurídica para suas atividades.
O ofício das Baianas do Acarajé foi reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em dois mil e cinco. Desde então, a Secretaria Municipal de Cultura implementou regulamentações através do Programa "Baianas do Rio de Janeiro", assegurando direitos e espaço urbano para essas trabalhadoras.
As Baianas, que são em sua maioria mulheres (83%), autodeclaradas pretas, têm idades que variam entre 47 e 56 anos. Elas desempenham um papel fundamental na cultura local, vendendo acarajés e outras iguarias da culinária baiana e afro-brasileira, como o famoso bolinho de feijão-fradinho frito no azeite de dendê.
Um censo realizado pela Secretaria Municipal de Cultura (SMC) revelou que a maioria das Baianas atua principalmente na Zona Norte da cidade. Esse mapeamento foi crucial para direcionar políticas públicas específicas que atendem às necessidades desse grupo, promovendo a valorização de sua cultura e trabalho.
A certificação representa um avanço significativo para a regularização do trabalho das Baianas do Acarajé, permitindo que elas atuem com mais segurança e respaldo legal. Essa iniciativa não apenas fortalece a identidade cultural, mas também contribui para a economia local, ao garantir que essas trabalhadoras possam continuar a oferecer suas delícias à população.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a valorização do trabalho das Baianas do Acarajé é essencial para a preservação da cultura afro-brasileira. A união em torno de projetos que promovam a dignidade e os direitos dessas trabalhadoras pode fazer uma diferença significativa em suas vidas e na comunidade.
O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, visitará obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco no sertão nordestino, inaugurando importantes estruturas hídricas. A ação visa garantir o abastecimento de água em cidades da Paraíba e do Rio Grande do Norte, beneficiando milhares de pessoas.

Ronaldo Garbin, empresário e especialista em resgates, faleceu aos 42 anos em Caxias do Sul, após lutar contra leucemia. Ele foi reconhecido por sua atuação heroica nas enchentes de 2024. A Prefeitura de Santa Tereza lamentou sua morte, destacando seu legado de empatia e dedicação. O velório ocorreu em Bento Gonçalves, onde amigos e familiares prestaram suas últimas homenagens.

Cerca de 10% a 20% de crianças e adolescentes enfrentam transtornos mentais, como depressão, segundo a OMS. A psicóloga Ana Cristina Smith Gonçalves alerta para sinais como mudanças de humor e queixas físicas.

A primeira edição do Festival Negritudes Globo em Brasília promoveu diálogos sobre representatividade e justiça social, reunindo líderes negros da arte e do Judiciário. O evento destacou a importância do audiovisual na luta contra injustiças raciais.

Cem idosos dos Lares de Velhinhos Maria Madalena e Bezerra Menezes desfrutaram de um passeio de barco no Lago Paranoá, promovido pela Abetur, proporcionando alegria e interação social. O evento, que trouxe sorrisos e recordações, destacou a importância de experiências externas para a saúde mental dos idosos, promovendo bem-estar e conexão com o mundo.

O ministro Flávio Dino, do STF, requisitou esclarecimentos à Presidência e ao INSS sobre a falta de regulamentação da indenização de R$ 60 mil para crianças com deficiência por Zika. A MP, editada por Lula, precisa ser votada até junho.