Luana Piovani, em entrevista ao Fantástico, afirmou que prefere a solidão a um casamento solitário, abordou a maternidade e a depressão materna, e reafirmou sua coragem diante de polêmicas. A atriz destacou a importância de discutir temas difíceis e sua luta pelos direitos das mulheres e crianças.

Luana Piovani, atriz e ativista, afirmou em entrevista ao programa Fantástico, no último domingo (29), que prefere a solidão a um casamento em que se sinta desrespeitada. A atriz declarou: "Se for para estar casada e sozinha, para mim é melhor ser sozinha sozinha". Ela também abordou sua visão sobre maternidade e a depressão que sua mãe enfrentou, revelando que, em sua infância, não compreendia a dor da mãe.
Durante a conversa, Piovani expressou que a maternidade pode ser ingrata, pois os filhos não conseguem entender os sacrifícios feitos pelas mães. Ela refletiu: "Eu talvez tenha sido ingrata com a minha mãe, em alguns momentos", reconhecendo que a depressão é uma doença, assim como diabetes.
A atriz não demonstrou receio em relação a polêmicas e julgamentos, afirmando que considera importante discutir temas que incomodam. Em resposta a uma pergunta sobre arrependimentos, ela disse: "Eu já olhei para trás e pensei que poderia ter usado outras palavras, mas nunca deixar de falar o que falei".
Piovani participou do quadro Pode Perguntar, onde foi entrevistada por pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Ela destacou a importância de falar sobre questões que afetam a sociedade e a necessidade de dar voz a quem não a tem.
Além disso, a atriz compartilhou sua experiência ao apoiar uma amiga que foi expulsa de um café por causa de seu filho. Ela denunciou o ocorrido publicamente, afirmando que é necessário "botar fogo em Roma" para promover mudanças e conscientização sobre os direitos das pessoas atípicas.
A postura de Luana Piovani ressalta a importância de se manifestar contra injustiças e apoiar causas sociais. A união em torno de projetos que visam ajudar mães e crianças em situações vulneráveis pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas. Nossa solidariedade pode ser um passo importante para transformar realidades e apoiar aqueles que mais precisam.

O Coletivo Noroest estreia "Vértebras Quebradas" em abril de 2025, com dez apresentações em São Paulo e interior, promovendo rodas de conversa e acessibilidade em LIBRAS. O espetáculo explora a resistência de corpos periféricos através da cultura Hip Hop.

O Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta sérios desafios, como subfinanciamento e má gestão, com apenas 4,4% do Orçamento da União destinado à saúde em 2024, impactando a eficiência dos serviços.

Nos últimos cinco anos, o mercado de beleza no Brasil tem se adaptado às necessidades de mulheres negras, oferecendo uma gama diversificada de produtos para cabelos crespos e pele negra. Movimentos sociais e a crescente demanda por inclusão impulsionaram essa transformação, refletindo uma mudança significativa nas tendências de consumo.

O Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, celebrado em 25 de julho, destaca a luta histórica por direitos e reconhecimento, enquanto o feminicídio no Brasil atinge recordes alarmantes, com 63,6% das vítimas sendo mulheres negras. A 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras, marcada para 25 de novembro, clama por "Reparação e Bem Viver", evidenciando a urgência de um diálogo político que enfrente o racismo e o patriarcado.
Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional abre licitação para unificar a operação e manutenção do Projeto de Integração do Rio São Francisco em um contrato de 30 anos, beneficiando milhões no Nordeste.

Cavalo Caramelo, resgatado após enchente em Canoas, agora vive na Ulbra, onde se recupera e se torna símbolo de esperança. A universidade planeja um santuário e atividades acadêmicas para ele.